Curriculum Vitae

Ana Alexandra Rodrigues Carvalho

Data da última atualização »Last update : 17/09/2018


Invetsigadora do Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora (CIDEHUS). Doutora em Muselogia com a tese "Diversidade Cultural e Museus: O Emergir de Novos Paradigmas". É Mestre em Museologia pela Universidade de Évora com uma dissertação sobre os Museus e o Património Cultural Imaterial, publicada em 2011 pelas Edições Colibri e pela Universidade de Évora. Autora do blogue "No Mundo dos Museus" (http://nomundodosmuseus.hypotheses.org/), que recebeu o Prémio APOM (Associação Portuguesa de Museologia) em 2009 e 2014. Coordenadora executiva da Revista MIDAS - Museus e Estudos Interdisciplinares. PhD in Museum Studies (University of Évora). Researcher at the Interdisciplinary Centre for History, Cultures and Societies of the University of Évora (CIDEHUS) since 2007. MA in Museum Studies (University of Évora, 2009) with a thesis about Museus and Intangible Cultural Heritage, published in 2011 by Edições Colibri and University of Évora. Author of the blog "No Mundo dos Museus" (http://nomundodosmuseus.hypotheses.org/) (APOM Prize 2009, 2014). Executive coordinator of MIDAS journal - Museum Interdisciplinary Studies.


Endereço de acesso a este CV:

http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=6501307945103947


Dados pessoais (Personal data)
Nome completo
Full name
Ana Alexandra Rodrigues Carvalho
Nome em citações bibliográficas
Quoting name
Carvalho, Ana
Domínio científico de atuação
Scientific domain
Ciências Sociais-Outras Ciências Sociais.
Endereço profissional
Professional address
Universidade de Évora
Centro interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades
Palácio do Vimioso
Évora
7002-554 Évora
Portugal
Apartado: 94
Telefone: (+351)266706581
Fax: (+351)266744677
Correio electrónico: arcarvalho@uevora.pt
Homepage: http://www.cidehus.uevora.pt/pessoas/(id)/40123
Sexo
Gender
Feminino»Female




Graus Académicos (Academic Degrees)
2010-2015 Doutoramento
Phd
Museologia (3 anos » years) .
Universidade de Évora, Portugal.

2003-2009 Mestrado
Master degree
Museologia (2 anos » years) .
Universidade de Évora, Portugal.

1997-2002 Licenciatura
Licentiate degree
Conservação e Restauro (5 anos » years) .
Instituto Politécnico de Tomar, Portugal.





Vínculos profissionais (Professional Positions)
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Jan/2010-Actual Outra Situação

Universidade de Évora
Fev/2007-Set/2008 Outra Situação

Universidade Lusíada de Lisboa
Nov/2006-Fev/2007 Outra Situação

Biblioteca Municipal de Montijo
Set/2006-Jan/2007 Outra Situação

Museu Municipal de Montijo
Jan/2005-Mar/2005 Outra Situação

Museu Municipal de Vila Franca de Xira
Out/2003-Jun/2004 Outra Situação





Línguas (Languages)
Compreende
Understandig
Inglês (Bem), Francês (Razoavelmente), Espanhol (Bem).
Fala
Speaking
Inglês (Bem), Francês (Razoavelmente), Espanhol (Razoavelmente).

Reading
Inglês (Bem), Francês (Bem), Espanhol (Bem).
Escreve
Writing
Inglês (Bem), Francês (Razoavelmente), Espanhol (Pouco).




Prémios e títulos (Awards Prizes, and Honours)
2008 Prémio APOM 2009 para o blogue "No Mundo dos Museus" na categoria "Melhor Comunicação On-line", Associação Portuguesa de Museologia (APOM).
2010 Prémio para Melhor Blog Individual de Animação Sociocultural 2010 - blogue "No Mundo dos Museus", Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural (APDASC).
2013 Prémio APOM 2014 para entrevistas do blogue "No Mundo dos Museus" na categoria melhor "comunicação on-line", Associação Portuguesa de Muselogia (APOM).
2015 Prémio APOM 2015 para a revista MIDAS - Museus e Estudos Interdisciplinares na categoria de melhor "Trabalho na Área da Muselogia", Associação Portuguesa de Muselogia (APOM).
2017 Prémio APOM 2017 para o Boletim ICOM Portugal na categoria "Melhor Comunicação Online", Associação Portuguesa de Museologia (APOM).




Membro de Associações Profissionais/Científicas (Professional/Scientific Association membership)
Mar/2016 - Actual Association of Critical Heritage Studies (ACHS), Membro.
Member.
Abr/2014 - Actual Comissão Nacional Portuguesa do ICOM, Membro.
1.º Secretário da Assembleia-Geral.
Out/2013 - Actual Acesso Cultura, Membro.




Produção científica, técnica e artística/cultural (Scientific, technical and artistical/cultural production)
Livros publicados/organizados ou edições
Published/organized books or Editions
1. Carvalho, Ana. ed. 2016. Participação: Partilhando a Responsabilidade ed. 1, ISBN: 978-989-20-6617-2. Lisboa: Acesso Cultura.
Actualmente não é incomum ouvirmos falar de projectos no sector cultural (museus, teatros, artes performativas, arte, património) que evidenciam o envolvimento de pessoas, grupos e comunidades. A participação parece suscitar o interesse de diferentes entidades (públicas e privadas) de onde resultam iniciativas de natureza muito diversa. Se é cada vez mais frequente o aparecimento de projectos culturais ditos participativos, entendemos que tem sido menos frequente a discussão sobre os modelos de participação em si: que níveis de envolvimento? Que expectativas? Que impacto? Como são avaliados? A questão afirma-se necessária: existirão em Portugal projectos intrinsecamente participativos na área cultural no sentido de uma efectiva partilha de poder e de decisão, ou apenas com elementos participativos? Em que ponto nos encontramos? Esta publicação lança algumas pistas de reflexão sobre esta temática, perspectivando um quadro comum de problemas e de desafios que atravessa diferentes instituições e espaços culturais, mas acima de tudo antevê caminhos de actuação partilhados.

2. Carvalho, Ana. 2016. Museus e Diversidade Cultural: Da Representação aos Públicos. ed. 1, ISBN: 978-989-658-392-7. Casal de Cambra: Direção-Geral do Património Cultural e Caleidoscópio. Coleção "Estudos de Museus". 4.
Na Europa a realidade sociodemográfica das cidades tem vindo a mudar substancialmente nas últimas décadas devido à intensificação dos fluxos migratórios e dos efeitos da globalização. Hoje os espaços urbanos são cada vez mais multiculturais, evidenciando diferentes expressões culturais, mas também tensões várias. Como podem os museus contribuir para a discussão sobre diversidade cultural e migração? Que políticas museológicas desenvolvem em torno da diversidade cultural e do diálogo intercultural? Que contributos e iniciativas promovem? Este livro explora as relações que os museus estabelecem com comunidades e grupos associados à imigração, a partir de três estudos de caso: o Museum of World Culture (Suécia), o World Museum Liverpool (Reino Unido) e o Museu Nacional de Etnologia (Portugal). A autora analisa as estratégias desenvolvidas com as comunidades e grupos numa dupla perspectiva, por um lado, enquanto participantes na construção de narrativas contemporâneas sobre património cultural (material e imaterial) e identidade e, por outro lado, enquanto públicos locais no contexto de estratégias de captação de públicos diversos. Uma abordagem histórica dos percursos e contextos institucionais de cada um dos museus revelou as suas especificidades e diferenças, enquanto o balanço comparativo perspectivou problemas e motivações partilhados. Os museus etnográficos estão entre os museus que mais desafios têm enfrentado nas últimas décadas e onde o tema da diversidade cultural interpela de forma transversal as várias frentes de actuação – desde as colecções, à documentação e investigação, às exposições, ao envolvimento de públicos e comunidades, à deontologia, à gestão e ao financiamento. Como demonstra esta obra, a contemporaneidade convoca mudanças significativas na forma como os museus se organizam e no fortalecimento da sua função social.
3. Carvalho, Ana. 2011. Os Museus e o Património Cultural Imaterial: Estratégias para o Desenvolvimento de Boas Práticas. ed. 1, ISBN: 9789896891695. Lisboa: Colibri.
Tomando como referência fundamental o trabalho desenvolvido pela UNESCO em matéria de protecção do Património Cultural Imaterial (PCI), muito particularmente a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (2003), considerou-se oportuno reflectir sobre as implicações que este enfoque traz para os museus. São indiscutíveis as repercussões que este instrumento trouxe para o reconhecimento da importância do PCI à escala internacional, motivando um crescendo de iniciativas em torno da sua salvaguarda. São vários os agentes envolvidos na preservação deste património, no entanto o International Council of Museums (ICOM) reconhece um papel central aos museus nesta matéria. Mas para responder a este repto, os museus terão que repensar as suas estratégias de forma a relacionar-se mais com o PCI, contrariando uma longa tradição profundamente enraizada na cultura material. O presente estudo reflecte sobre as possibilidades de actuação dos museus no sentido de dar resposta ao desafios da Convenção 2003, sendo certo que a partir das actividades dos museus é possível encontrar formas de estudar e de dar visibilidade a este património. Em função das especificidades de cada museu, podem ser encontradas estratégias de salvaguarda do PCI, entre as quais se pode incluir o inventário e a documentação (audiovisual, texto, áudio, imagem), a investigação, a divulgação através de exposições e publicações, difusão através da internet, educação não formal, entre outras actividades. Alguns museus começaram já a desenvolver abordagens integradas para a salvaguarda do PCI, cujos exemplos se apresentam. Este tema suscita vários desafios, implicando práticas museológicas inovadoras que possam reflectir o papel dos museus como promotores da diversidade e criatividade cultural.

4. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. eds. 2008. Le patrimoine culturel immatériel et le role d’institutions publiques dans l’implementation d’inventaires: actes du Séminaire International, Université d’Évora, 22 Juin 2007 ed. 1, ISBN: 978-989-602-153-5. s.l.: CIDEHUS.
La publication est le résultat d’un séminaire international tenu à Évora (juin 2007) dévoué au Patrimoine Culturel Immatériel dans le contexte d’un projet européen «MEDINS – Identity is future: The Mediterranean Intangible Space» (2006-2008). Ces textes sont des diverses contributions des différents partenaires du projet. Nota: Existe uma versão “draf” das comunicaçãoes do seminário aqui: http://www.cidehus.uevora.pt/textos/actas/medins07/3-apresentacao-intervencoes.pdf.
5. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. 2008. Le patrimoine culturel immatériel au Portugal: questions d’aujourd’hui et défis de demain. ed. 1, ISBN: 978-989-602-152-8. s.l.: CIDEHUS.
La publication envisage une réflexion global sur des issues législatifs du patrimoine au Portugal, en particulière le Patrimoine Culturel Immatériel (PCI); pas seulement les lois et règlements, mais aussi sur les documents plus importants qui encadrent les priorités et le financement de la valorisation du PCI pour les années à venir pour la région de l’Alentejo dans le but de présenter des considérations sur la présence du PCI dans la programmation communautaire (2007-2013) pour cette région. Ces textes sont produits dans le contexte d’un programme européen «MEDINS – Identity is future: The Mediterranean Intangible Space» (2006-2008).

Capítulos de livros publicados
Published book chapters
1. Carvalho, Ana. 2017. Thinking Strategically about Inclusion in Museums (interview with David Fleming).  In The Inclusion of Migrants and Refugees: The Role of Cultural Organisations, ed. Maria Vlachou, 50 - 57. ISBN: 978-989-20-7579-2. [n.p.]: Acesso Cultura.
Inclusion has been a key word in National Museums Liverpool – NML (eight museums altogether), underlined in its mission statement: "To be the world’s leading example of an inclusive museum service".

2. Carvalho, Ana. 2017. "My art can travel to England, but I cannot" (interview with Sophie Henderson).  In The Inclusion of Migrants and Refugees: The Role of Cultural Organisations, ed. Maria Vlachou, 65 - 71. ISBN: 978-989-20-7579-2. [n.p.]: Acesso Cultura.
Migration is not a new phenomenon, yet is a hot topic nowadays, which is not only complex but also urgent. The Museum Migration Project has been working since 2013 hosting temporary exhibitions across UK, programs and events about emigration and immigration.

3. Carvalho, Ana. 2017. RefugiActo: A Voz e o Eco dos Refugiados Através do Teatro (entrevista com Isabel Galvão e Sofia Cabrita).  In A Inclusão de Migrantes e Refugiados: O Papel das Organizações Culturais, ed. Maria Vlachou, 42 - 49. ISBN: 978-989-20-7580-8. [s.l.]: Acesso Cultura.
O RefugiActo é um grupo de teatro amador, onde se partilham emoções, saberes e experiências, e por onde têm passado pessoas de muitas origens diferentes (Afeganistão, Albânia, Arménia, Bielorrússia, Caxemira, Colômbia, Costa de Marfim, Etiópia, Gana, Geórgia, Guiné Bissau, Guiné Conacri, Irão, Iraque, Kosovo, Palestina, Mianmar, Nigéria, Portugal, Ruanda, Rússia, Sri Lanka, entre outros). O grupo surgiu em 2004 no contexto das aulas de língua portuguesa no Conselho Português para os Refugiados (CPR).

4. Carvalho, Ana. 2017. Traduzindo a "Hiperdivercidade" para o Museu (entrevista com Nicole van Dijk).  In A Inclusão de Migrantes e Refugiados: O Papel das Organizações Culturais, ed. Maria Vlachou, 58 - 64. ISBN: 978-989-20-7580-8. [s.l.]: Acesso Cultura.
O Museum Rotterdam passou de um museu histórico tradicional (fundado em 1905 como Museum of Antiquities) a museu da cidade de Roterdão, no qual a interacção e a participação se tornaram dimensões centrais do trabalho desenvolvido e onde as histórias sobre o património histórico e contemporâneo são contadas e partilhadas. O museu reabriu em 2016 num novo local no centro de Roterdão, elegendo como foco principal das suas estratégias a cidade transnacional contemporânea e a sua diversidade.

5. Carvalho, Ana. 2017. RefugiActo, The voice and echo of refugees through theatre (interview with Isabel Galvão and Sofia Cabrita).  In The Inclusion of Migrants and Refugees: The Role of Cultural Organisations, ed. Maria Vlachou, 42 - 49. ISBN: 978-989-20-7579-2. [n.p.]: Acesso Cultura.
RefugiActo was created in 2004 as a result of the Portuguese language classes at the Portuguese Refugee Council (PRC). It is an amateur theater group where people share emotions, knowledge and experiences. People from many different countries: Afghanistan, Albania, Armenia, Belarus, Kashmir, Colombia, Ivory Coast, Ethiopia, Ghana, Georgia, Guinea Bissau, Guinea, Iran, Iraq, Kosovo, Palestine, Myanmar, Nigeria, Portugal, Rwanda, Russia, Sri Lanka, among others.

6. Carvalho, Ana. 2017. The Encyclopedia of Migrants: the intimate and individual dimension of migration stories (interview with Filipa Bolotinha).  In The Inclusion of Migrants and Refugees: The Role of Cultural Organisations, ed. Maria Vlachou, 19 - 25. ISBN: 978-989-20-7579-2. [n.p.]: Acesso Cultura.
The Encyclopedia of Migrants is an international project (2014-2017) supported by the Erasmus+ programme. It is based on a network of partner cities on the Atlantic coast (Brest, Rennes, Nantes, Gijón, Porto, Lisbon, Cadiz and Gibraltar), involving eight partners with different profiles (associations, universities, museums, etc.) in France, Spain, Portugal and Gibraltar. The project is coordinated by the French organization L’âge de la Tortue, which works in the visual arts field. The initiative has an artistic and experimental dimension and was originally designed by Paloma Fernández Sobrinho, with the aim to create an encyclopedia in paper version and in digital version with approximately 400 testimonies made by migrants. The Encyclopedia format (a monumental, multi-volume, leather-bound artist book) was chosen in this case in order to disseminate non-scientific knowledge, resulting from life experiences, with all the subjectivity that this involves. The main idea was to gather diverse testimonies of migrants that could be the source of a new knowl- edge, based on the intimate and the individual. In 2017, publishing sensitive content in the form of an encyclopedia, by means of a popular and contributory initiative, is an artistic and political act.

7. Carvalho, Ana. 2017. Pensar Estrategicamente a Inclusão nos Museus (entrevista com David Fleming).  In A Inclusão de Migrantes e Refugiados: O Papel das Organizações Culturais, ed. Maria Vlachou, 50 - 57. ISBN: 978-989-20-7580-8. [s.l.]: Acesso Cultura.
A inclusão tem sido uma palavra-chave na National Museums Liverpool (NML) - oito museus ao todo - e está bem sublinhada na missão da organização: “Ser o maior exemplo a nível mundial de um serviço de museu inclusivo”.

8. Carvalho, Ana. 2017. Translating "hyperdivercity" for the Museum (interview with Nicole van Dijk).  In The Inclusion of Migrants and Refugees: The Role of Cultural Organisations, ed. Maria Vlachou, 58 - 64. ISBN: 978-989-20-7579-2. [n.p.]: Acesso Cultura.
The Museum Rotterdam has changed from a tra- ditional historical museum (founded in 1905 as the Museum of Antiquities) into the city museum of Rotterdam, featuring interaction and participation as the backbone of its work, where stories about contemporary and historical heritage are being told and shared. The museum reopened in 2016 at a new venue in the centre of Rotterdam, choosing the contemporary transnational city and its diver- sity to be the main focus of its strategies.

9. Carvalho, Ana. 2017. Enciclopédia dos Migrantes: O Lado Intimista e Individual das Histórias sobre Migração (entrevista com Filipa Bolotinha).  In A Inclusão de Migrantes e Refugiados: O Papel das Organizações Culturais, ed. Maria Vlachou, 18 - 24. ISBN: 978-989-20-7580-8. [s.l.]: Acesso Cultura.
A Enciclopédia dos Migrantes é um projecto internacional (2014-2017) apoiado pelo programa Erasmus+. Tem por base uma rede de cidades parceiras da costa atlântica (Brest, Rennes, Nantes, Gijón, Porto, Lisboa, Cádis e Gibraltar), mobilizando oito parceiros com diferentes perfis (associações, universidades, museus, etc.) em França, Espanha, Portugal e Gibraltar. O projecto é coordenado pela organização francesa L’âge de la Tortue, que realiza trabalho no âmbito das artes visuais. É uma iniciativa de carácter artístico e experimental, concebida originalmente por Paloma Fernández Sobrinho, com vista à produção de uma enciclopédia em papel e em versão digital com cerca de 400 testemunhos de migrantes. O formato da Enciclopédia (um livro monumental, em vários volumes e com encadernação em pele) foi pensado na óptica de divulgar um saber não científico, mas proveniente de experiências de vida, com toda a subjectividade que isso envolve. O princípio foi o de reunir diversos testemunhos de migrantes que fossem a fonte de um novo saber, com base no íntimo e no individual. Em 2017, publicar um conteúdo sensível sob a forma de uma enciclopédia, através de um empreendimento popular e contributivo, é um acto artístico e político.

10. Carvalho, Ana. 2017. "A minha arte pode viajar para a Inglaterra, mas eu não posso" (entrevista com Sophie Henderson).  In A Inclusão de Migrantes e Refugiados: O Papel das Organizações Culturais, ed. Maria Vlachou, 65 - 71. ISBN: 978-989-20-7580-8. [s.l.]: Acesso Cultura.
A migração não é um fenómeno novo, mas é um tópico de renovado interesse na actualidade, que não só é complexo como urgente. O Migration Museum Project tem vindo a trabalhar desde 2013, organizando exposições temporárias, programas e eventos sobre a emigração e imigração por todo o Reino Unido.

11. Carvalho, Ana. 2016. "Our Museum", Promovendo a Mudança nos Museus: Entrevista com Piotr Bienkowski.  In Participação: Partilhando a Responsabilidade, ed. Ana Carvalho, 141 - 150. ISBN: 978-989-20-6617-2. Lisboa: Acesso Cultura.
O envolvimento de pessoas, grupos e comunidades no mundo dos museus constituiu a premissa fundamental para o desenvolvimento do projecto britânico "Our Museum: Communities and Museums as Active Partners" (2012-2016). "Our Museum" juntou oito museus de diferentes tipologias e geografias com um objectivo comum: iniciar um processo de mudança organizacional que permitisse que as práticas participativas se tornassem parte integrante da vida desses museus, que fossem sustentáveis e que as comunidades fossem envolvidas no processo de decisão, não apenas em exposições e eventos, mas em todos os aspectos do trabalho em museus. No essencial, o projecto pretendeu atribuir às comunidades um agenciamento efectivo, ou seja, a possibilidade de participarem e colaborarem de forma regular no diálogo e no processo de decisão. Um estudo prévio concluiu que apesar dos desenvolvimentos nesta área, o envolvimento das comunidades e a participação nos museus do Reino Unido é ainda uma actividade periférica, e as comunidades tidas como beneficiárias passivas em vez de parceiros activos. "Our Museum" propôs integrar a participação nos museus através de uma abordagem integrada, implicando uma mudança organizacional e também alterações no modo como os profissionais trabalham. Nesta entrevista, Piotr Bienkowski, director do projecto, reflecte sobre as motivações, os objectivos e as abordagens desenvolvidas pelo "Our Museum" e faz um balanço sobre alguns dos resultados do projecto. São ainda apresentadas medidas concretas implementadas por alguns museus para lidar com as barreiras que impedem que a participação ainda não seja uma realidade "mainstream".

12. Carvalho, Ana; Falanga, Roberto. 2016. Da Democratização das Formas de Governação na Política à Partilha de Autoridade no Campo dos Museus e do Património.  In Participação: Partilhando a Responsabilidade, ed. Ana Carvalho, 29 - 44. ISBN: 978-989-20-6617-2. Lisboa: Acesso Cultura.
O texto analisa o percurso da participação no contexto do aprimoramento dos instrumentos políticos de governação, de onde se destacam mais recentemente os chamados “orçamentos participativos”, cruzando depois com a trajectória da participação no campo dos museus e do património. O texto mostra não só a transversalidade que a participação dos cidadãos suscita em muitas áreas da sociedade contemporânea, como também esclarece que esta não é uma questão recente. No campo dos museus, por exemplo, o lastro recua pelo menos à década de 1970.

13. Carvalho, Ana. 2016. Introdução: Perspectivas sobre Projectos Participativos nas Instituições Culturais.  In Participação: Partilhando a Responsabilidade, ed. Ana Carvalho, 4 - 16. ISBN: 978-989-20-6617-2. Lisboa: Acesso Cultura.
14. Carvalho, Ana. 2014. Museums and Communities: Is this Relationship an Object of Desire?.  In Exhibit your culture – Community learning in museums and cultural organizations, ed. Aniko Korenchy-Misz e Niki Lindsey, 77 - 83. ISBN: 978-963-89494-1-7. [Budapeste]: Community Exhibitions as Tools for Adults’ Individual Development (CETAID).
The first part of paper focuses on some of the tensions and limitations regarding a more engaging role between museums and their communities. In the second part, some practices and examples towards participatory museum culture will be presented, mainly from the National Museums Liverpool (UK) and the Museum of World Culture, in Gothenburg (Sweden).

15. Carvalho, Ana. 2012. Desafios da diversidade cultural nos museus do séc. XXI.  In Nuevos museos, nuevas sensibilidades , ed. Mikel Asensio, Elena Pol, Elena Asenjo e Yone Castro, 101 - 119. ISBN: 978-84-695-6668-8. Madrid: Universidad Autónoma de Madrid.
Resumo: Mudanças na forma como os museus se relacionam com a sociedade têm levado a que assistamos hoje a uma maior responsabilidade para com as comunidades que os museus servem. O museu do séc. XXI é porventura um museu que celebra a diversidade cultural, mais interessado no património imaterial e no diálogo entre culturas. Algumas das experiências actuais implicam a participação das comunidades de diferentes formas e a diferentes níveis. No âmbito desta investigação pretende-se analisar as estratégias desenvolvidas por três museus europeus com colecções etnográficas, que em diferentes contextos culturais, enfrentam os desafios contemporâneos de uma museologia mais representativa, inclusiva e participativa. Este artigo enquadra teoricamente a investigação em curso e faz um primeiro balanço do trabalho desenvolvido. Abstract: Changes in the way museums connect with society as lead to an increased responsibility regarding the communities that museums serve. The 21st century museum is perhaps a museum that celebrates cultural diversity, more involved with intangible heritage and with the dialogue between cultures. Some of the current experiences in the museums world tend to incorporate the participation at the core of their praxis in different ways and levels of depth. In the framework of this research, the objective is to study the strategies implemented by three European museums with ethnographic collections, which in different contexts face the challenge of a more representative, participative, and inclusive museology. Therefore, this article presents a preliminary analysis.

16. Carvalho, Ana. 2011. Os Museus e o Património Cultural Imaterial. Algumas Considerações.  In Ensaios e práticas em museologia, ed. Alice Semedo e Patricia Costa, 73 - 100. ISBN: 978-972-8932-82-4. Porto: Universidade do Porto/Faculdade de Letras/Departamento de Ciências e Técnicas do Património.
Resumo: Tomando como referência fundamental o trabalho desenvolvido pela UNESCO em matéria de protecção do Património Cultural Imaterial (PCI), muito particularmente a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (2003), considerou-se oportuno reflectir sobre as implicações que este enfoque traz para os museus. São indiscutíveis as repercussões que este instrumento trouxe para o reconhecimento da importância do PCI à escala internacional, motivando um crescendo de iniciativas em torno da sua salvaguarda. O International Council of Museums (ICOM) reconhece um papel central aos museus nesta matéria. Este artigo reflecte sobre as possibilidades de actuação dos museus no sentido de dar resposta aos desafios da Convenção 2003, sendo certo que a partir das actividades dos museus é possível encontrar formas de estudar e de dar visibilidade a este património Abstract: Recalling the UNESCO‘s work towards the protection of Intangible Cultural Heritage (ICH), in particular the Convention for the Safeguarding of the Intangible Cultural Heritage adopted in 2003, I took this opportunity to reflect upon the implications that this recognition brings to museums. The overwhelming success of this document has raised the importance of ICH at international level, motivating a growing number of initiatives towards its safeguard. The International Council of Museums (ICOM) recognises a central role for museums regarding ICH. This article reflects upon the possibilities that museums have to answer the changeling 2003 Convention, recognizing that it‘s possible through museum activities to find ways to study and give visibility to ICH.

17. Carvalho, Ana. 2008. La programmation communautaire 2007-2013 et les politiques de valorisation et protection du patrimoine culturel immatériel: la Région de l’Alentejo.  In El patrimonio cultural inmaterial. Defición y sistemas de catalogación: actas del seminario internacional, Murcia, 15 y 16 de febrero de 2007, ed. Comunidad Autónoma de la Región de Murcia, 133 - 147. ISBN: 978-84-7564-389-2. Murcia: Mar de culturas.
Résumé: Le Patrimoine Culturel immatériel (PCI) doit être compris comme un réflexe de la diversité culturelle des communautés, des peuples et des nations et, naturellement, ce patrimoine «joue un rôle essentiel dans la construction des identités, des cultures et des imaginaires». Devant les effets négatifs liés à la mondialisation qui causent la perte progressive de ce patrimoine, due a la dissolution des lieux et lien de mémoire, il faut prendre des mesures qui visent la protection et promotion de la culture (matérielle et immatérielle) dans défense de leur diversité. Dans les objectifs inhérents au projet MEDINS L’Université d’Évora a développé un ensemble d’études autour du PCI dans la Région de l’Alentejo et a partir de l’analyse de la documentation officielle concernant la politique de développement pour la Région de l’Alentejo dans l’avenir 2007-2013, sont présentés quelques orientations concernant la définition d’une stratégie de valorisation et protection du PCI à introduire au sein d’une politique plus élargie de développement du territoire.

18. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. 2008. Portuguese legislation on intangible cultural heritage and inventories.  In El patrimonio cultural inmaterial. Defición y sistemas de catalogación: actas del seminario internacional, Murcia, 15 y 16 de febrero de 2007, ed. Comunidad Autónoma de la Región de Murcia, 173 - 184. ISBN: 978-84-7564-389-2. Murcia: Mar de Culturas.
The article analyses the Portuguese legislation about Cultural Heritage, namely the approach towards Intangible Cultural Heritage (ICH), a new category promoted by the UNESCO Convention for the Safeguarding of the Intangible Cultural Heritage (2003).Furthermore, it presents general considerations regarding inventories in the Portuguese scene, considering the importance of identifying ICH as a preliminary step in order to develop safeguarding strategies.


Artigos em revistas com arbitragem científica
Papers in periodics with scientific refereeing
1. Carvalho, Ana; Matos, Alexandre; Pizarro, Manuel M. S. 2018. "Competências para a transformação digital nos museus: o projecto Mu.Sa", Midas, 9: np - np.
Vivemos numa sociedade cada vez mais tecnológica e digital. Sendo uma tendência "mainstream" são expectáveis impactos também para o sector dos museus. De que forma é que esta transformação se tem reflectido na redefinição dos perfis dos profissionais de museus? Que novas competências são necessárias ou expectáveis? Há alterações ou actualizações a fazer? Perspectivam-se novos perfis de profissionais? Que perfil de formação? Que diagnóstico é possível fazer? Estas são algumas das interrogações que estão na génese do projecto Mu.Sa – Museum Sector Alliance (2016-2019), um projecto apoiado pelo Programa Erasmus + que aborda a escassez de competências digitais e transferíveis nas profissões museais, através da construção de um conjunto de ferramentas educativas que promovam a formação profissional contínua. Neste pequeno artigo discutimos o racional do projecto, os seus objectivos e metodologias, assim como alguns dos resultados da investigação desenvolvida em Portugal, Grécia e Itália na primeira fase do projecto. Entre outros aspectos, a investigação evidenciou uma experiência muito fragmentada e pouco estruturada nos três países em termos de transformação digital, que se deve, em parte, a diferentes contextos (políticas, governança) e à limitação de investimento nos recursos necessários (financeiros, infraestruturais, técnicos, tecnológicos), incluindo os recursos humanos e o reforço das competências digitais nas equipas de museus de uma forma transversal. A necessidade de formação profissional contínua foi um outro aspecto reconhecido nos três países, tendo sido identificados quatro perfis profissionais emergentes no sector dos museus. O desenvolvimento de programas de formação no quadro do projecto Mu.Sa pode contribuir para a capacitação das equipas de museus e, consequentemente, ajudar os museus a abraçar a transformação digital com maior proficiência e agilidade.

2. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. 2017. "Ethics in Intangible Cultural Heritage Public Policies: Interview with Marc Jacobs", Revista Memória em Rede 9, 16: 165 - 183.
Desde que foi adoptada (2003), a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO continua a suscitar interrogações e a constituir um campo de negociação quanto à sua implementação nas políticas públicas do património cultural dos países que ratificaram o documento. As questões éticas estão actualmente no centro da discussão com a recente adopção de 12 princípios éticos que pretendem guiar as estratégias de salvaguarda do Património Cultural Imaterial. Nesta entrevista com Marc Jacobs, realizada durante a sua visita à Universidade de Évora, reflectimos sobre o impacto da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial nas políticas nacionais, os seus problemas e oportunidades. Marc Jacobs (1963) é Professor de Estudos Críticos de Património na Vrije Universiteit Brussel. É desde 2008 director da Faro (Flemish Interface Centre for Cultural Heritage), uma organização belga para o sector do património cultural (material e imaterial). É desde 2014 o coordenador da UNESCO Chair em Critical Heritage Studies na Vrije Universiteit Brussel. Participou na qualidade de representante da Bélgica na redacção da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (2003) e em vários grupos de trabalho durante o primeiro Comité Intergovernamental da Convenção (2006-2008).

3. Carvalho, Ana. 2015. "Decifrando Conceitos em Museologia: Entrevista com Mário Caneva Moutinho", Museologia & Interdisciplinaridade 4, 8: 252 - 269.
Mário Caneva Moutinho fez a sua formação em Paris, primeiro em Arquitectura e depois com um doutoramento em Antropologia Cultural (1983). Ao voltar a Portugal na década de 80 deu-se a descoberta pelo património local, pela procura de soluções na defesa e resgate desse património que o vai levar até ao mundo dos museus. A reflexão sobre os museus e o seu papel na sociedade levou-o a tomar partido de abordagens menos convencionais, conhecidas então como Nova Museologia. É no mundo académico que tem feito carreira, sendo um dos precursores da introdução da Museologia como curso universitário de pós-graduação em Portugal. É desde 2007 reitor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa), cargo que ocupa com perseverança em tempo de crise(s). Foi no seu local de trabalho habitual que encontrámos Mário Caneva Moutinho para esta entrevista.

4. Carvalho, Ana. 2015. "O Fascínio do Património e dos Museus: Entrevista com Hugues de Varine", Cadernos de Sociomuseologia 5, 5: 145 - 165.
Hugues de Varine (1935-) é uma figura marcante na museologia, especialmente uma museologia com uma forte componente social. Varine é consultor na área do desenvolvimento comunitário, colaborando em projectos ligados ao património e museus em vários países (França, Itália, Espanha, Portugal, Brasil, entre outros). Formou-se na Universidade de Paris em História e Arqueologia. Ocupou vários cargos de relevo na gestão de instituições culturais, entre os quais se destaca o seu papel na direcção do Conselho Internacional de Museus (ICOM), lugar que ocupou entre 1968 e 1974, primeiro como adjunto de Georges Henri Rivière e depois como seu sucessor. Tem tido uma relação de proximidade com Portugal desde a década de 1980, altura em que esteve à frente do Instituto Franco Português (1982-1984), em Lisboa. Uma edição brasileira do seu livro Raízes do Futuro: O Património a Serviço do Desenvolvimento Local (Medianiz) foi publicada em 2012 e está prevista a reedição de L’Initiative Communautaire: Recherche et Expérimentation (1991) pela mesma editora. Escreve regularmente no blogue world-interactions.eu (http://hugues-interactions.over-blog.com) sobre património cultural e desenvolvimento. Aproveitámos a passagem de Varine por Lisboa na Primavera de 2013 para realizar esta entrevista. Património (material e imaterial), memórias, museus, sustentabilidade, crise e inovação estão entre as palavras-chave desta conversa.

5. Carvalho, Ana. 2015. "Patrimónios Marítimos: Estratégias de Musealização do (i)material", Argos: Revista do Museu Marítimo de Ílhavo, 3: 13 - 22.
Neste texto exploram-se algumas ideias acerca da relação dos museus com o “Património Cultural Imaterial” (PCI), conceito difundido pela Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da UNESCO desde 2003 (daqui em diante Convenção de 2003), não ignorando, por outro lado, um universo mais lato do que pode ser percebido como “património imaterial” em contexto museológico. A reflexão toma como estudo de caso o Museu Nacional de Etnologia (MNE). Sendo o principal museu em Portugal no domínio da Antropologia, constitui um terreno fértil para reflectir sobre o papel do património imaterial nas políticas e práticas museológicas. No contexto das exposições novas possibilidades emergem quando falamos de património imaterial e, subsequentemente, do envolvimento das comunidades, em consonância com as tendências museológicas mais recentes; estratégias mais abertas e flexíveis à introdução de uma multiplicidade de leituras sobre a realidade, são alguns dos aportes que a sua problematização pode comportar. É nesta perspectiva que analisamos a exposição Artes de Pesca. Pescadores, Normas, Objectos Instáveis. Partindo deste exemplo identificamos alguns elementos que ajudam a reflectir sobre como o património imaterial pode tendencialmente contribuir para uma museologia mais participativa.


Artigos em revistas sem arbitragem científica
Papers in periodics without scientific refereeing
1. Carvalho, Ana. 2018. "Competências para o Sector Cultural: Perspectivando os Desafios do [futuro] Digital", Boletim ICOM Portugal, 12 (Jun.): 58 - 60.
Comentário acerca da terceira conferência do projecto Mu.SA - Museum Sector Alliance (2016-2019) realizada a 18 de Abril de 2018, na Universidade do Porto. Com o título "+Digital Culture: Competences for the Cultural Sector", a conferência reflectiu sobre competências e desenvolvimento profissional no contexto actual (e prospectivo) que se entende ser cada vez mais desafiante, nomeadamente na relação com o mundo digital. Neste quadro, três ordens de ideias foram interpeladas; 1) que desafios são estes que nos traz o mundo digital e que estratégias podem ser desenhadas pelos mu- seus, e pelo sector cultural em geral, para acompanhar este desenvolvimento; 2) que perfis de profissionais e competências são expectáveis; e 3) qual pode ser o papel e contributo da formação.

2. Carvalho, Ana; Matos, Alexandre. 2018. "Entrevista com Alexandre Matos", Boletim ICOM Portugal, 11 (Fev.): 22 - 36.
Alexandre Matos é especialista na área da documentação de colecções. Doutorou-se em Museologia com a tese "SPECTRUM: Uma Norma de Gestão de Colecções Para os Museus Portugueses" (2012). Na empresa Sistemas do Futuro coordena o departamento de formação e investigação, e é professor afiliado na Universidade do Porto. Faz parte da direcção do CIDOC (Comité Internacional do ICOM para a Documentação). A entrevista toma como fio condutor os desafios da aplicação das tecnologias e do mundo digital nos museus.

3. Carvalho, Ana; Homem, Paula M. 2018. "Entrevista com Paula Menino Homem", Boletim ICOM Portugal, 12 (Jun.): 29 - 45.
Paula Menino Homem é directora do curso de mestrado em Museologia da Universidade do Porto desde 2014, e professora auxiliar no Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da mesma Universidade. É especialista na área da conservação preventiva. Doutorou-se em Museologia com a tese "Corrosão Atmosférica da Prata: Monitorização e Perspectivas de Conservação Preventiva" (2013). Na Universidade do Porto participa nos projectos Mu.SA - Museum Sector Alliance (2016-2019) e EU-LAC - Museums and Community: Concepts, Experiences, and Sustainability in Europe, Latin America and the Caribbean (2016-2020), coordenando algumas actividades. A entrevista toma como fio condutor o papel da formação em Museologia, não só em jeito de diagnóstico mas também de forma prospectiva, a partir da experiência da formação pós-graduada em Museologia da Universidade do Porto.

4. Carvalho, Ana. 2018. "Museus & Pessoas: Emília Ferreira", Boletim ICOM Portugal, 11: 52 - 59.
Emília Ferreira é desde 1 de Dezembro de 2017 directora do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, em Lisboa. Alia o profissionalismo com a paixão de fazer as coisas, e a inquietude de quem tem sempre perguntas para fazer. Há pouco mais de um mês na direcção do museu, fomos até ao Chiado para conhecer melhor o percurso de Emília Ferreira, as suas motivações e as ideias que traz para este museu.

5. Carvalho, Ana. 2018. "Museus & Pessoas: Isabel Victor", Boletim ICOM Portugal, 12 (Jun.): 69 - 77.
Isabel Victor é desde Abril de 2017 directora do Museu Sporting, em Lisboa. Alia o profissionalismo com a paixão pelo trabalho em museus, o gosto por aprender, fazer e discutir, e a inquietude da curiosidade. Há pouco mais de um ano na direcção do museu, fomos até ao Estádio de Alvalade, onde está instalado o museu, para conhecer melhor o percurso de Isabel Victor, as suas motivações e as ideias que traz para o Museu Sporting e para este novo ciclo profissional.

6. Carvalho, Ana. 2018. "Museus Hiperconectados: Novos Desafios e Perspectivas - editorial", Boletim ICOM Portugal, 11 (Fev.): 3 - 5.
O 11.º número do Boletim do ICOM Portugal toma como fio condutor os "Museus Hiperconectados: Novos Desafios e Perspectivas", em sintonia com o tema proposto pelo ICOM para o Dia Internacional de Museus de 2018. Vivemos numa sociedade cada vez mais tecnológica e digital. Sendo uma tendência "mainstream" é expectável que traga impactos também para os museus. Importa, por isso, adaptar os museus a novas formas de comunicação contemporâneas, tirando partido das tecnologias e do mundo digital para uma maior partilha de conhecimentos sobre as colecções, e estabelecer mais ligações à sociedade. Tendo em conta as possibilidades que o desenvolvimento das tecnologias e do mundo digital oferecem em termos de novas soluções e aplicações, estes aportes podem ter implicações em pelo menos duas dimensões. Por um lado, na forma como os museus se organizam internamente, visando processos de gestão mais eficientes e ágeis (ex. gestão de colecções e ar- quivos, mas também de processos de trabalho). E, por outro lado, no modo como os museus comunicam o conhecimento produzido sobre as suas colecções, oferecendo experiências significativas, seja em contexto físico, seja em ambiente digital. Responder a estes desafios é, portanto, uma questão que atravessa todas as áreas de actuação dos museus (gestão, comunicação, educação, exposição, gestão de colecções e envolvimento de públicos), desde o trabalho de bastidores à frente de casa. Mas de que modo estão os museus a responder aos desafios da integração das tecnologias e do mundo digital? Que desafios e perspectivas? Este número do boletim traz diferentes olhares numa perspectiva dupla, por um lado, por via de um mapeamento de problemas ou desafios neste campo e, por outro lado, uma análise prospectiva do que pode ser feito, incluindo pistas e soluções concretas.

7. Carvalho, Ana. 2018. "Profissionais de Museus, Novas Competências? - Editorial", Boletim ICOM Portugal, 12 (Jun.): 3 - 4.
0 12.º número da III série do Boletim do ICOM Portugal reflecte sobre o trabalho e as profissões em museus num mundo em mudança. Que competências são hoje necessárias e expectáveis? Podemos falar de competências ditas “tradicionais”, ainda que conscientes de que também estas estarão em constante desenvolvimento, mas também de competências que evidenciam outras necessidades resultantes de processos de mudança no campo social e das tecnologias, por exemplo. Como é que a oferta formativa, formal e não formal, tem respondido a estas mudanças? Que relação entre a oferta formativa, as necessidades do sector e a empregabilidade? Que diagnóstico podemos observar? Que desafios e perspectivas se identificam? Foi com estas perguntas em mente que desenhámos este número com os contributos imprescindíveis dos colegas que responderam ao repto.

8. Carvalho, Ana. 2017. "Equipas de Museus: Evolução ou Retrocesso?", Boletim ICOM Portugal, 8: 14 - 16.
A crise tem sido a desculpa para que se aceitem pacificamente muitas irregularidades e a perda de direitos, e nesse sentido há um retrocesso tácito com consequências também para o crescimento e desenvolvimento das equipas de museus em Portugal. No entanto, por si só a crise não explica a apatia e a paralisia em que vive o sector. Porque se, por um lado, somos capazes de identificar várias anomalias, até que ponto temos sabido debater e reivindicar estas problemáticas não só entre a comunidade profissional, como junto das instituições competentes e dos actores políticos?.

9. Carvalho, Ana. 2017. "Entrevista com David Santos", Boletim ICOM Portugal, 8: 17 - 20.
David Santos é cara conhecida de muitos de nós, tendo feito notícia a sua demissão do Museu do Chiado em Julho de 2015, cargo que ocupava desde 2013. Foi ainda director do Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira). É Historiador de arte e curador de arte moderna e contemporânea, sendo doutorado em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra, mestre em História Política e Social, pela Universidade Lusófona, pós-graduado em História da Arte e licenciado em História, na variante de História de Arte, pela Universidade Nova de Lisboa. Mas é como subdirector da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), com responsabilidades atribuídas na área dos museus, cargo que ocupa desde Fevereiro de 2016, que nos concedeu esta entrevista. Ainda sem uma estratégia tornada pública que estabeleça orientações e metas para a política museológica a ser seguida, David Santos destaca, no entanto, uma das prioridades da DGPC para o campo dos museus e do património: uma “verdadeira” democratização do acesso. Como? No investimento na comunicação das colecções através do digital, na valorização das actividades por via de maior divulgação, nomeadamente publicidade, no estímulo às parcerias e na procura de mais apoios mecenáticos. É de realçar um dado positivo para 2017: a possibilidade de entrarem 37 assistentes técnicos para os museus, palácios e monumentos tutelados pela DGPC, com a abertura prevista de novos concursos públicos.

10. Carvalho, Ana. 2017. "A Construção de uma Comunidade de Prática e de Investigação em Museologia: O Papel das Publicações", Cadernos do Museu, 5: 32 - 45.
Uma forma de avaliar a evolução de um determinado campo de estudos é a análise das suas publicações. Procurámos neste texto centrar a atenção no papel das publicações na área da Museologia em Portugal. Como tem evoluído? Em que moldes se tem produzido? Que iniciativas e actores? Não se pretendeu com esta resenha um retrato exaustivo, mas sobretudo assinalar algumas dinâmicas e tendências, fragilidades e perspectivas.

11. Carvalho, Ana. 2017. "Gestão de Museus e Políticas Museológicas: Editorial", Boletim ICOM Portugal, 8: 2 - 2.
Começamos o ano com balanços. Balanços associativos, pois estamos no final do triénio dos órgãos sociais do ICOM Portugal em funções (2014-2017), aproximando-se novas eleições a 27 de Março. E balanços mais globais, daí a escolha do tema “gestão de museus e políticas museológicas” para este número dada a actualidade e a urgência de uma reflexão alargada e concertada. Sem pretender um retrato exaustivo, procurámos trazer olhares de dentro e de fora, estimulando perspectivas várias sobre este grande “chapéu” que engloba as políticas museológicas.

12. Carvalho, Ana. 2017. "Entrevista com António Pinto Ribeiro", Boletim ICOM Portugal, 9: 35 - 39.
António Pinto Ribeiro é investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Além das lides académicas tem estado ligado à programação em várias instituições culturais portuguesas, de onde se destaca a Culturgest e a Fundação Calouste Gulbenkian. Também é conhecido pelos seus ensaios sobre cultura, nos quais se incluem por vezes os museus. Num dos seus últimos textos publicados Podemos Descolonizar os Museus?, começa por escrever: «os museus ou são pós-coloniais ou não são nada», aguçando o apetite. Mas é sobretudo na qualidade de comissário-geral de “Passado e Presente-Lisboa Capital Ibero-americana da Cultura 2017” e do movimento que gerou recentemente nos museus em torno da representação da escravatura que surgiu a ideia desta entrevista. Afinal, não é a escravatura um tópico que se situa na esfera do indizível nos museus?.

13. Carvalho, Ana. 2017. "Museus & Pessoas: Joana Sousa Monteiro", Boletim ICOM Portugal, 9: 46 - 51.
Os museus são a sua paixão maior. Muitos terão acompanhado o trabalho de Joana Sousa Monteiro na Rede Portuguesa de Museus, onde colaborou durante dez anos. É desde 2010 consultora da Câmara Municipal de Lisboa e, em 2015, assumiu a direcção do Museu de Lisboa, momento que marca uma nova fase do Museu, que se reestruturou e se reinventou com um novo conceito. Foi este o mote que nos levou a conhecer melhor o percurso desta museóloga, as suas motivações, e o trabalho que se desenvolve e se perspectiva no Museu de Lisboa.

14. Carvalho, Ana. 2017. "Museus e Histórias Controversas: Editorial", Boletim ICOM Portugal, 9: 3 - 4.
Número dedicado ao tema do Dia Internacional de Museus de 2017: "Museus e Histórias Controversas: Dizer o Indizível em Museus". De que falamos quando falamos em histórias controversas, contestadas ou dolorosas? Qual o papel dos museus neste contexto? Lidar com estas questões para quê? Como? Terão todos os museus histórias controversas, difíceis ou conflituosas para contar? Porque é que os museus não abraçam mais estas questões? (Ou será que abraçam?) Não temos a pretensão de explorar neste boletim a multiplicidade de aspectos que a temática suscita, mas ainda assim contribuir para a sua discussão, que porventura não se esgota na organização de actividades para o 18 de Maio e estará, acreditamos, para ficar.

15. Carvalho, Ana. 2017. "Redesenhar os Museus. Competências Digitais para a Mudança e Inovação", Boletim ICOM Portugal, 10: 37 - 39.
Damos nota neste texto sobre a conferência realizada no âmbito dos trabalhos que decorrem do projecto Mu.Sa - Museum Sector Alliance (2016-2019). O projecto tem como objetivo criar um conjunto de ferramentas educativas que promovam o desenvolvimento de competências digitais nos profissionais de museus, através de sistemas de formação em e-learning, onde se inclui a concepção de um MOOC (Massive Open Online Courses). A conferência Re-designing Museus. Digital Skills for Change and Innovation (13 de Julho) realizou-se no seguimento de dois dias de reuniões internas do projecto e visou apresentar publicamente o projecto e os resultados da investigação já obtidos, mas também prolongar a discussão com outros profissionais do sector, cimentando ou contraponto ideias sobre esta matéria. O evento teve lugar em Roma, na Link Open University, um dos parceiros do projecto.

16. Carvalho, Ana. 2017. "Museus & Pessoas: João Alpuim Botelho", Boletim ICOM Portugal, 10: 49 - 56.
João Alpuim Botelho é desde 2014 director do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa. Alia o profissionalismo com o humor, não fosse este um museu sobre a obra de um personagem único e extravagante que personifica o humor no séc. XIX – Rafael Bordalo Pinheiro. Um salto para a contemporaneidade pode muito bem ser o que caracteriza o modo como se entende ser o coração da actividade deste museu. Fomos conhecer melhor o percurso deste museólogo, as suas motivações e o trabalho que desenvolve com a sua equipa no Museu Bordalo Pinheiro.

17. Carvalho, Ana. 2017. "Entrevista com Isabel Soares", Boletim ICOM Portugal, 10: 26 - 33.
Isabel Soares é actualmente chefe de divisão de Museus, Património e Arquivo Histórico do Município de Portimão. É licenciada em História, variante de Arqueologia (Universidade de Coimbra) e mestre em Museologia (Universidade de Évora) com a dissertação intitulada: “A Rede de Museus do Algarve: Funcionamento e Potencialidades” (2012). Há vários anos ao serviço dos museus, tem neste contexto dirigido o seu enfoque para trabalhos ligados à arqueologia, nomeadamente arqueologia experimental, ao inventário e às redes de museus. Integrou desde o início o grupo de profissionais que criaram a Rede de Museus do Algarve (2007). Nesta entrevista percorre-se alguns dos principais tópicos sobre a Lei-Quadro dos Museus Portugueses (2004).

18. Carvalho, Ana. 2017. "Lei-Quadro dos Museus Portugueses: Balanço e Perspectivas (editorial)", Boletim ICOM Portugal, 10: 3 - 4.
O 10.º número do Boletim do ICOM Portugal tem como tema a Lei-Quadro dos Museus Portugueses: Balanço e Perspectivas. Passados 13 anos da aprovação e aplicação da Lei que, aliás, teve o apoio unânime do parlamento aquando da sua aprovação e reuniu o consenso igualmente entre a comunidade de profissionais de museus, que balanço pode hoje ser feito, em termos de conteúdos, aplicação e actualidade da Lei? Que aspectos podem ser alterados, aprofundados ou acrescentados? Por outro lado, incidir sobre a Lei-Quadro equivale também a reflectir sobre política museológica (ou a inexistência desta), sobre gestão, sobre estratégia e prioridades, tudo isto atendendo a uma perspectiva de longo termo, seja do que se fez, seja do que se perspectiva fazer. Além disso este é também o momento oportuno de o fazer, uma vez que na agenda política se prevêem mudanças que visam a descentralização, transferindo mais poder para as câmaras e Juntas Metropolitanas, com impactos expectáveis também para os museus. Este número do boletim traz diferentes olhares numa perspectiva dupla: argumentos que se centram não apenas no mapeamento de problemas e desafios, mas que fazem igualmente uma análise prospectiva do que pode ser feito, incluindo pistas e soluções concretas.

19. Carvalho, Ana. 2016. "Diversidade Cultural: da Periferia para o Coração dos Museus", Boletim do ICOM Portugal, 5: 8 - 12.
Este texto situa a discussão sobre diversidade cultural nos museus. Apresenta algumas reflexões referentes ao trabalho desenvolvido pela National Museums Liverpool (Reino Unido) em prol da diversidade cultural. A autora defende o desenvolvimento de estratégias que tenham em conta a multidimensionalidade que a promoção da diversidade cultural comporta e a transversalidade com que deve ser tratada e integrada nos vários sectores da actividade museológica.

20. Carvalho, Ana. 2016. "Entrevista com Clara Bertrand Cabral e Lurdes Camacho", Boletim do ICOM Portugal, 5: 18 - 24.
Fez em 2015 dez anos que a Convenção sobre a Protecção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais foi adoptada pela UNESCO (Convenção de 2005). Portugal ratificou o documento em 2007. A celebração da efeméride continua em 2016, mas é tempo de balanços e de perspectivar linhas futuras. Qual é a importância desta Convenção? Qual é o seu impacto nas políticas nacionais? Qual pode ser o contributo dos museus? A estas e outras questões dão-nos o seu testemunho Clara Bertrand Cabral, técnica superior da área da cultura da Comissão Nacional da UNESCO e Lurdes Camacho, directora de Serviços de Relações Internacionais do Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, e ponto focal em Portugal da Convenção de 2005.

21. Carvalho, Ana. 2016. "Museus & Pessoas: Penelope Curtis", Boletim do ICOM Portugal, 5: 46 - 48.
Penelope Curtis é desde Setembro de 2015 directora do Museu Calouste Gulbenkian. Tendo o conselho de administração da Fundação Calouste Gulbenkian decidido implementar “uma estrutura unificada” para o Museu Calouste Gulbenkian e Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAM) são expectáveis mudanças. Nesta entrevista, Penelope Curtis dá a conhecer a sua visão sobre o futuro dos museus da Fundação.

22. Carvalho, Ana. 2016. "Museus e Diversidade Cultural: Editorial", Boletim do ICOM Portugal, 5: 2 - 2.
23. Carvalho, Ana. 2016. "Museus & Pessoas: Sara Barriga Brighenti", Boletim ICOM Portugal, 7: 35 - 38.
Os públicos estão em primeiro lugar, diz Sara Barriga Brighenti, coordenadora do recém-inaugurado Museu do Dinheiro (Lisboa). Esta afirmação pode parecer óbvia, mas nem sempre a conseguimos ver concretizada na maioria dos museus. Em visita guiada ao Museu do Dinheiro, Brighenti falou-nos dos desafios de programar um museu tendo em mente a perspectiva do visitante.

24. Carvalho, Ana. 2016. "Museus & Pessoas: Pedro Gadanho", Boletim ICOM Portugal, 6: 34 - 36.
Um novo edifício junto ao Museu da Electricidade começa a ganhar forma. Trata-se do futuro Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia da Fundação EDP, a inaugurar em Outubro deste ano, um novo equipamento que irá marcar a paisagem cultural lisboeta. Para conhecer este ambicioso projecto fomos conversar com Pedro Gadanho, director do museu.

25. Carvalho, Ana. 2016. "Entrevista com Ana Paula Amendoeira", Boletim ICOM Portugal, 6: 18 - 24.
A paisagem cultural foi o tema condutor desta entrevista com Ana Paula Amendoeira, que nos apresenta a sua perspectiva sobre os problemas e os desafios presentes na discussão sobre políticas públicas para a protecção e valorização das paisagens culturais em Portugal. Directora Regional de Cultura do Alentejo desde 2013, Ana Paula Amendoeira é especialista em património histórico e paisagístico. O seu percurso é marcado pela experiência na administração pública local e regional, pela investigação no âmbito da reflexão sobre património mundial e pelo activismo associativo, nomeadamente na Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS Portugal). De que falamos quando nos referimos à patrimonialização da paisagem? Que constrangimentos, balanços e desafios futuros? Que contributos dos museus?.

26. Carvalho, Ana. 2016. "Contextos e Desafios da Nova Recomendação da UNESCO para Museus e Colecções: Entrevista com Clara Frayão Camacho e Pedro Pereira Leite", Boletim ICOM Portugal, 7: 10 - 19.
A Recomendação Relativa à Protecção e Promoção dos Museus e das Colecções, da sua Diversidade e do seu Papel da Sociedade foi aprovada a 17 de Novembro de 2015, em Paris, no âmbito da 38.ª sessão da assembleia-geral da UNESCO. O último documento da UNESCO referente a museus datava de 1960. Mais de 50 anos passados, esta nova Recomendação marca uma posição sobre as orientações que devem ser seguidas pelos Estados Membros em matéria de políticas museológicas. Porquê uma nova Recomendação da UNESCO para os museus e para as colecções? Como surge? Que contextos? Qual a sua importância? Quais as novidades? Que impacto para as políticas nacionais? Estas são algumas das questões a que este texto procura responder através de dois olhares, o de Clara Frayão Camacho, que foi a perita nacional envolvida na discussão durante a fase preparatória do documento, e com Pedro Pereira Leite, museólogo que tem centrado a sua investigação na função social dos museus. O guião é de Ana Carvalho.

27. Carvalho, Ana. 2016. "A Recomendação da UNESCO Relativa aos Museus e às Colecções: Editorial", Boletim ICOM Portugal, 7: 2 - 2.
A UNESCO produziu novas orientações para o mundo dos museus através de um novo documento adoptado em 2015 - a Recomendação Relativa à Protecção e Promoção dos Museus e das Colecções, da sua Diversidade e do seu Papel na Sociedade. A Recomendação percorre os grandes tópicos da Museologia, compreendendo orientações gerais e funcionais sobre o papel dos museus no mundo contemporâneo. É de toda a utilidade para os profissionais compreender o alcance da Recomendação, razão pela qual o ICOM Portugal incluiu um espaço de discussão em torno deste documento durante as últimas Jornadas de Primavera, e volta a fazê-lo agora neste boletim.

28. Carvalho, Ana. 2016. "Museus e Paisagens Culturais: Editorial", Boletim ICOM Portugal, 6: 2 - 2.
Este boletim é dedicado às paisagens culturais, tema do Dia Internacional de Museus de 2016. Lançado o repto, como podem os museus articular-se de forma mais efectiva com o território, com a sua compreensão e interpretação? Merece destaque o artigo sobre a Rota Histórica das Linhas de Torres, um projecto de patrimonialização da paisagem em curso desde 2007 (Florbela Estevao), a reflexão em torno da Carta de Siena (Joana Sousa Monteiro e Dália Paulo), a entrevista com Ana Paula Amendoeira (Directora Regional de Cultura do Alentejo) e o texto de perfil sobre Pedro Gadanho, director do novo Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (Belém).

29. Carvalho, Ana. 2015. "Entrevista com Jorge Custódio", Boletim ICOM Portugal, 4: 17 - 23.
Jorge Custódio é o presidente da APAI (Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial) e investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. De muitos conhecido pelo seu papel na defesa do património, é nesta dupla condição, a de investigador e de activista associativo, que nesta entrevista nos traça um panorama sobre a situação do património industrial e técnico (PIT) em Portugal: problemas, desafios e perspectivas.

30. Carvalho, Ana. 2015. "Museus & Pessoas: Hans-Martin Hinz", Boletim do ICOM Portugal, 4: 39 - 43.
Presidente do ICOM desde 2010, Hans-Martin Hinz iniciou a sua carreira na Alemanha e tem ocupado vários cargos no seio do Conselho Internacional de Museus (ICOM). Nesta entrevista cedida em exclusivo para o ICOM Portugal encontramos o essencial da sua visão sobre o papel do ICOM na actual conjuntura. Como sublinhou, defender a importância dos museus na sociedade junto dos actores políticos revela-se fundamental em tempos de crise e de grande competição entre instituições dependentes de subvenções públicas. Os valores éticos, o profissionalismo, a protecção do património cultural e a partilha entre profissionais são algumas das ideias-chave que caracterizam a sua liderança.

31. Carvalho, Ana. 2015. "Reutilizar, Partilhar e Contar Histórias", Boletim do ICOM Portugal, 4: 26 - 27.
Breve reflexão acerca dos desafios e problemáticas da documentação de colecções museológicas, a partir de uma sessão de apresentação do CIDOC (Comité Internacional do ICOM para a Documentação) que decorreu em Lisboa a 22 de Maio de 2015.

32. Carvalho, Ana. 2013. "Estamos Ligados? Museus e Redes Sociais", Informação ICOM.PT, 21: 10 - 11.
As novas tecnologias e a internet ampliam as possibilidades dos museus comunicarem as suas actividades e explorarem novas formas de envolvimento com as pessoas, que também podem ser criadoras de conteúdos e participantes no processo. E os museus são comunicação. Ao ignorarem os meios de comunicação do seu tempo os museus correm o risco de se tornaram encerrados sobre si próprios, sem capacidade de chegar às novas gerações. Por isso, torna-se imprescindível que essa actualização ocorra de forma equilibrada, sem que isso implique o abandono de todos os meios de comunicação tradicionais (e aqui a inclusão também é palavra-chave).

33. Carvalho, Ana. 2008. "Os blogues como instrumentos de trabalho para a museologia", Informação ICOM.PT, 1: 3 - 7.
Resumo: Assistimos hoje a uma constante e rápida assimilação das novas tecnologias em muitos aspectos do nosso quotidiano, seja a nível profissional seja a nível pessoal. Referindo-me concretamente aos blogues, podemos dizer que estes representam actualmente uma ferramenta importante de comunicação. Os blogues permitem a criação de espaços virtuais onde pode ser colocado qualquer tipo de informação, de autogestão e acessível a qualquer pessoa. Face às potencialidades que esta ferramenta encerra, os museus e profissionais de museus podem encontrar aqui um instrumento de trabalho que pode, de certo modo, ajudar a melhorar a comunicação dos museus e a sua relação com o público, abrindo caminho para novas formas de estar do museu. .


Textos em jornais ou revistas
Texts in newspapers or magazines
1. Carvalho, Ana; Silva, Raquel H.. 18 maio 2018. "18 de Maio, Dia Internacional dos Museus: O Dever da Indignação" Público, 58 - 58.
Assistimos a uma melhoria da conjuntura económica nacional, mas não há, no mundo dos museus, senão expectativas goradas e sem navegação à vista. Face ao vazio de respostas do actual governo, faz sentido perguntar: onde estão os princípios, os compromissos e os actos? Para onde caminhamos, afinal?.


Outra produção científica
Other scientific production
1. Carvalho, Ana. 2018. "Recensão de «Zvjezdana Antos, Annette B. Fromm, e Viv Golding, eds. - Museums and Innovations»". [S.l.]: Revista MIDAS - Museus e Estudos Interdisciplinares.
Como é que os museus podem ter um impacto positivo na sociedade global? Que inovações se podem identificar actualmente em museus etnográficos e de história social? Podem ou devem os museus ter um agenciamento provocador na sociedade, através de exposições e programas públicos que instiguem debates alargados que possam servir diferentes comunidades? É a partir deste enunciado que o livro "Museums and Innovations" propõe uma reflexão sobre as formas de pensar e trabalhar em museus, na perspectiva de encorajar práticas museológicas mais críticas e criativas, e contextos de trabalho colaborativos.

2. Carvalho, Ana. 2017. "Intangible Heritage and Museums: New and Old Challenges?", 3 pp.. [s.l.]: CIDOC blog- ICOM International Committee for Documentation.
Intangible heritage has become a buzzword nowadays, in part due to the visibility of the UNESCO Convention for the Safeguarding of Intangible Heritage (2003), which called our attention to the need of giving awareness to a living heritage, in constant modification, that is part of the identity of groups and communities and is transmitted from generation to generation. While many actors are called to take a stand on this matter, museums are among the heritage community organisations that can or could contribute to the safeguard of intangible heritage because museums are places of tangible and intangible heritage that safeguard our identity, our collective memory, our past and our present, and museums are about how we envision our future. Furthermore, museums are spaces of knowledge, where we can celebrate our cultural diversity: they are spaces of encounter and dialogue. Museums also have an educational function and a social role. Therefore, intangible heritage is embedded in the whole definition of museums; it’s at the heart and essence of what museums are or should be.

3. Carvalho, Ana. 2014. "Recensão de «Mingote Calderón, José Luis (coord.), Patrimonio inmaterial, museos y sociedad: balances y perspectivas de futuro»", 141143 pp.. Coimbra: e-cadernos CES.
O “discurso autorizado” da UNESCO, celebrados dez anos da aprovação da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (2003), tem induzido a interpretações e negociações várias com consequências, por um lado, na revisão das políticas nacionais e, por outro lado, na redefinição do discurso dos especialistas do património, das práticas institucionalizadas e dos atores envolvidos, incluindo os museus.

4. Carvalho, Ana. 2014. "Recensão de «Michelle Stefano, Peter Davis, e Gerard Corsane, eds. - Safeguarding Intangible Cultural Heritage: Touching the Intangible»". Lisboa: MIDAS - Museus e Estudos Interdisciplinares.
5. Carvalho, Ana. 2013. "Recensão de «Marilena Alivizatou - Intangible heritage and the museum: new perspectives on cultural preservation»". Lisboa: MIDAS - Museus e Estudos Interdisciplinares.
6. Carvalho, Ana; Vlachou, Maria. 2013. "Entrevista com Maria Vlachou ". Lisboa: Blogue "No Mundo dos Museus".
Entrevista integrada no âmbito do projecto "Per(cursos) e Perspectivas da Museologia", um ciclo de entrevistas a várias personalidades ligadas à museologia em Portugal. Entrevista conduzida por Ana Carvalho, em Lisboa, a 3 de Abril de 2013 e publicada a 6 de Maio de 2013.

7. Carvalho, Ana. 2013. "Recensão de «Christian Hottin (org.), Le patrimoine culturel immatériel: Premières expériences en France»", 430-432 pp.. Lisboa: Etnográfica.
8. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. 2013. "Entrevista com Filipe Themudo Barata". Lisboa: Blogue "No Mundo dos Museus".
Entrevista integrada no âmbito do projecto "Per(cursos) e Perspectivas da Museologia", um ciclo de entrevistas a várias personalidades ligadas à museologia em Portugal. Entrevista conduzida por Ana Carvalho, em Lisboa, a 6 de Fevereiro de 2013 e publicada a 4 de Março de 2013.

9. Carvalho, Ana; Brandão, Inês F. 2013. "Entrevista com Inês Fialho Brandão". Lisboa: Blogue "No Mundo dos Museus".
Entrevista integrada no âmbito do projecto "Per(cursos) e Perspectivas da Museologia", um ciclo de entrevistas a várias personalidades ligadas à museologia em Portugal. Entrevista conduzida por Ana Carvalho, em Lisboa, a 18 de Julho de 2013 e publicada a 7 de Outubro de 2013.

10. Carvalho, Ana; Varine, Hugues. 2013. "Entrevista com Hugues de Varine". Lisboa: Blogue "No Mundo dos Museus".
Entrevista integrada no âmbito do projecto "Per(cursos) e Perspectivas da Museologia", um ciclo de entrevistas a várias personalidades ligadas à museologia em Portugal. Entrevista conduzida por Ana Carvalho, em Lisboa, a 19 de Abril de 2013 e publicada a 30 de Junho de 2013.

11. Carvalho, Ana; Brigola, João. 2013. "Entrevista com João Brigola". Lisboa: Blogue "No Mundo dos Museus".
Entrevista integrada no âmbito do projecto "Per(cursos) e Perspectivas da Museologia", um ciclo de entrevistas a várias personalidades ligadas à museologia em Portugal. Entrevista conduzida por Ana Carvalho, em Lisboa, a 11 de Março de 2013 e publicada a 8 de Abril de 2013.




Apresentação oral de trabalho
Oral work presentation
1. Carvalho, Ana. "Following the 2003 Convention social life in the Portuguese panorama",Heritage Across Borders 4th biennial ACHS (Association of Critical Heritage Studies) conference, 1-6 September 2018, Hangzhou, China,2018 (Comunicação).
Portugal is among the countries that, by ratifying the 2003 UNESCO’s Convention for the Safeguarding of Intangible Cultural Heritage, in 2008, set in motion a new framework of public cultural heritage policies and governance that focus on Intangible Cultural Heritage (ICH), and therefore “translate” the international heritage norms and principles. New laws were subsequently produced that shed light to new institutional mechanisms and procedures for the identification and safeguarding of ICH. This paper explores how the Convention aspirations are being formulated, mediated and managed in national context. What priorities have been pursued, what tensions and constraints can also be identified?.

2. Carvalho, Ana; Matos, Alexandre. Competências para a transformação digital nos museus: o projecto Mu.Sa,Jornadas de Primavera ICOM Portugal "Museus Hipercontectados: Novos Desafios e Perspectivas",Lisboa,2018 (Comunicação).
Vivemos numa sociedade cada vez mais tecnológica e digital. Sendo uma tendência mainstream são expectáveis impactos também para o sector dos museus. De que forma é que esta transformação se tem reflectido na redefinição dos perfis dos profissionais de museus? Que novas competências são necessárias ou expectáveis? Há alterações ou actualizações a fazer Perspectivam-se novos perfis de profissionais? Que perfil de formação? Que diagnóstico é possível fazer? Estas são algumas das interrogações que estão na génese do projecto internacional Mu.Sa – Museum Sector Alliance (2016-2019), um projecto apoiado pelo Programa Erasmus + (no qual o ICOM Portugal é parceiro), que aborda a escassez de competências digitais e transferíveis nas profissões museais, através da construção de um conjunto de ferramentas educativas que promovam a formação profissional contínua. Nesta comunicação apresentamos o racional do projecto, os seus objectivos e metodologias, e reflectimos sobre os resultados da investigação desenvolvida em Portugal, Grécia e Itália na primeira fase do projecto. Entre outros aspectos, a investigação evidenciou uma experiência muito fragmentada e pouco estruturada nos três países em termos de transformação digital, que se deve, em parte, a diferentes contextos (políticas, governança) e à limitação de investimento nos recursos necessários (financeiros, infraestruturais, técnicos, tecnológicos), incluindo os recursos humanos e o reforço das competências digitais nas equipas de museus de uma forma transversal. A necessidade de formação profissional contínua foi um outro aspecto reconhecido nos três países, tendo sido identificados quatro perfis profissionais emergentes no sector dos museus. O desenvolvimento de programas de formação no quadro do projecto Mu.Sa pode contribuir para a capacitação das equipas de museus e, consequentemente, ajudar os museus a abraçar a transformação digital com maior proficiência e agilidade.

3. Carvalho, Ana. Co-producing knowledge about ICH: a platform to (re)link heritage”.,I Congreso Internacional de Patrimonio Cultural Inmaterial (5-6 octubre 2017),Pamplona,2017 (Comunicação).
Since its adoption, the UNESCO’s Convention for the Safeguarding of Intangible Cultural Heritage (2003) continues to evoke interrogations and constitutes a field of negotiation in what concerns its implementation in public national policies of Intangible Cultural Heritage (IHC) of the countries that ratified the document. Furthermore, one of the tangible impacts of the 2003 Convention has been the awareness that new initiatives should take place to identify and document the living heritage of each territory. The identification and dissemination of knowledge about ICH in order to envisage new ways of management, sharing and its promotion is at the centre of many solutions that emerge with the “translation” of the Convention guidelines. The “Repository of Cultural Diversity of Alentejo” is a working process project and is designed as an online platform to enhance the dissemination of knowledge about ICH in Alentejo region (southern Portugal). Piloted by the UNESCO Chair in Intangible Heritage and Traditional Know-How: Linking Heritage of the University of Évora, the platform envisages an inclusive approach about cultural heritage: material (buildings, objects, museum collections), intangible (know-how, cultural practices) and natural (cultural landscapes), including disappeared practices. Furthermore, the platforms emphasises an historical perspective as well a contemporary view about how cultural practices are taking place nowadays, and highlights the dynamic and evolving nature of ICH. It’s based on a participatory process, engaging specialists and actors in the field of cultural heritage, and is designed to be an interactive platform by using multimedia resources and to be continuously updated with new contents. This paper discusses the concepts that guide the project, objectives and methodologies adopted.

4. Carvalho, Ana; Matos, Alexandre. e-Challenges for Museum Professionals in Portugal,2nd International Conference - Digital Challenges for Museum Experts,Atenas,2016 (Comunicação).
5. Carvalho, Ana. Repertório da Diversidade Cultural do Alentejo: Ligando Patrimónios,Encontro de Trocas 2016, Évora: Convergência de Estudos do Património,Évora,2016 (Comunicação).
A comunicação visou apresentar o projecto “Repertório da Diversidade Cultural do Alentejo: Ligando Patrimónios”. O Repertório, actualmente em fase de concepção, é desenvolvido no âmbito da Cátedra UNESCO em Património Imaterial da Universidade de Évora. O projecto consiste na criação de uma plataforma digital de divulgação do conhecimento científico sobre património cultural (material, imaterial e natural). Serão discutidos os conceitos-base, as características do projecto, os seus objectivos e as metodologias.
6. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. "MOOC: Plataforma de ensino e difusão do Património Cultural Imaterial",II Encontro da Cátedra UNESCO em Património Imaterial: O Lugar do Património Cultural Imaterial,Évora,2016 (Poster).
Porque falamos hoje de “Património Cultural Imaterial” (PCI)? A designação é recente e foi introduzida pela UNESCO através da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, em 2003. Traz novos desafios para os especialistas e para as instituições que lidam com o património cultural. Traz também muitos equívocos, razão pela qual é importante compreender o contexto e o alcance da orientações da Convenção de 2003. O MOOC dedicado ao PCI, que a Cátedra UNESCO em Património Imaterial (Universidade de Évora) está a preparar visa, por isso, contextualizar e esclarecer sobre o que é o PCI e as problemáticas que suscita.
7. Carvalho, Ana. "Repertório da Diversidade Cultural do Alentejo: Ligando Patrimónios",II Encontro da Cátedra UNESCO em Património Imaterial: O Lugar do Património Cultural Imaterial,Évora,2016 (Poster).
A Cátedra UNESCO em Património Imaterial (Universidade de Évora) está a criar uma plataforma digital de divulgação do conhecimento científico sobre património cultural. Apresenta o património do Alentejo na sua diversidade através de pequenos artigos que abrangem as três grandes áreas reconhecidas pela UNESCO: o material (edifício, objecto, colecção), o imaterial (saber-fazer, práticas culturais) e o natural (paisagem, fauna, flora). Evidencia um património herdado do passado e vivido no presente.
8. Carvalho, Ana. "Convenção de 2003: Das 'Ameaças' às Oportunidades",II Encontro da Cátedra UNESCO em Património Imaterial: O Lugar do Património Cultural Imaterial,Évora,2016 (Comunicação).
II Encontro da Cátedra UNESCO em Património Imaterial (Universidade de Évora) pretendeu reflectir sobre Património Cultural Imaterial (PCI) do ponto de vista dos conceitos, da avaliação dos resultados da aplicação da Convenção de 2003 em Portugal, do questionamento sobre os mecanismos legais de protecção e dos problemas da salvaguarda e promoção.
9. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. "Plataforma de Difusão e Ensino do PCI: MOOC",CIDEHUS: Humanidades & Transferência do Conhecimento,Évora,2016 (Comunicação).
18 de Outubro de 2016.
10. Carvalho, Ana. Museus e Diversidade Cultural: Novos Desafios,Seminário História, Arte e Diálogos Inter-Culturais: Práticas e Representações,Évora,2015 (Comunicação).
11. Carvalho, Ana. Museus, Diversidade e Património Imaterial,Encontro de trocas - "Olhares Cruzados sobre o Património Cultural,Évora,2015 (Comunicação).
12. Carvalho, Ana. Museums and communities: is this relationship an object of desire?,Museums and their communities, final conference for CETAID (Community Exhibitions as Tools for Adults' Individual Development) project,Budapeste,2014 (Comunicação).
13. Carvalho, Ana. Património Cultural Imaterial,Gestão do Património,Almada,2012 (Conferência ou palestra).
Palestra sobre Património Cultural Imaterial no âmbito da disciplina de "Gestão do Património" da Licenciatura em Conservação e Restauro, na Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Departamento de Conservação e Restauro, Universidade Nova de Lisboa. .
14. Carvalho, Ana. Interpretações Museológicas do Património Cultural Imaterial,Local Vocabularies of "Heritage": Variabilities, Negotiations, Transformations,Évora,2012 (Comunicação).
Resumo: A UNESCO tem tido um papel fundamental na elevação de novas categorias do património, ampliando consideravelmente a noção de património. O Património Cultural Imaterial é um desses exemplos. Objecto de inúmeras iniciativas com vista à sua protecção, o património imaterial foi objecto de regulamentação normativa, primeiro com a “Recomendação para a Salvaguarda da Cultura Tradicional Popular” (1989) e, mais recentemente, com a adopção da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em 2003. Neste contexto, a UNESCO definiu um novo conceito operativo para um património, que sob o efeito da globalização carece de ser protegido. Este reconhecimento à escala internacional tem motivado muitos países a repensar as suas políticas patrimoniais, envolvendo as diversas instituições culturais de modo a responder ao repto da UNESCO, daí resultando inúmeras iniciativas com vista à salvaguarda do património imaterial. Os museus fazem parte deste universo, procurando traduzir o discurso sobre património imaterial para as suas práticas quotidianas. Tomando como estudo de caso um museu com colecções etnográficas, o "Museum of World Culture" (Suécia), e a partir da definição de Património Cultural imaterial proposta pela UNESCO a par com a emergência de um novo paradigma sobre a salvaguarda, este artigo reflecte sobre as interpretações e percepções do património imaterial pelos museus, seja do ponto de vista da confrontação de conceitos como da sua operacionalização nas práticas museológicas.
15. Carvalho, Ana. Diversidade Cultural e Museus no séc. XXI: o emergir de novos paradigmas,III Encontros de História da Ciência – Centro de Estudos de História da Ciência,Lisboa,2011 (Poster).
16. Carvalho, Ana. Diversidade Cultural e Museus no séc. XXI: o Emergir de Novos Paradigmas,Seminário de Apresentação dos Projectos de Tese do Programa de Doutoramento em História e Filosofia da Ciência da Universidade de Évora,Évora,2011 (Comunicação).
17. Carvalho, Ana. Diversidade Cultural e Museus no séc. XXI: o emergir de novos paradigmas,I Seminário de Investigação do CEHFCi “Sob o signo de Temas Interdisciplinares de História da Ciência (T1),Évora,2011 (Comunicação).
Síntese de relatório de progressão.
18. Carvalho, Ana. Representatividade, Participação e Inclusão. Um estudo comparativo de museus,Encontro de trocas 1, Património e Comunidades no Sul,Évora,2011 (Comunicação).
19. Carvalho, Ana. Desafios da diversidade cultural nos museus do séc. XXI,SIAM - Seminario Iberoamericano de Investigación en Museología,Madrid,2011 (Comunicação).
20. Carvalho, Ana. Os blogues como instrumentos de trabalho para a Museologia. Alguns exemplos,1.º Encontro de Blogs de Museus,S. João da Madeira,2008 (Comunicação).
21. Carvalho, Ana. Aspectos técnicos e metodológicos de tratamento do património imaterial: o Projecto MEDINS,O Canto de Improviso como Património Imaterial: Metodologias de Inventário e Processos de Salvaguarda,Alcácer do Sal,2008 (Comunicação).

Curso de curta duração lecionado
Taught short course
1. Carvalho, Ana. Porque falamos hoje de Património Imaterial? Contextos, desafios e perspectivas, 2017 (Especialização), promovido por Cátedra UNESCO em Património Imaterial (Universidade de Évora).
Duração: 1 dias. Local: Palácio do Vimioso, Universidade de Évora, Cidade: Évora, Tipo de participação: Docente.
No âmbito da formação "Gestão do Património Cultural: Especialização Inteligente" promovido pela Cátedra UNESCO em Património Imaterial (Universidade de Évora), o módulo “Porque falamos hoje de Património Imaterial? Contextos, desafios e perspectivas" (25-05-2017). Abordagem ao enquadramento formulado pela UNESCO, através da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial de 2003 (objectivos; conceito de PCI e de salvaguarda; instrumentos de salvaguarda; inventários e bases de dados); Reflexão sobre o papel dos museus em relação a uma abordagem mais holística e inclusiva do património cultural de acordo com a mesma Convenção (enquadramento teórico sobre os museus e o PCI; problematização do conceito de PCI no contexto dos museus); e análise de projectos de salvaguarda. .
2. Carvalho, Ana. A Convenção de 2003, o Património Cultural Imaterial e os Museus, 2016 (Especialização), promovido por Universidade de Évora - Cátedra em Património Cultural Imaterial.
Duração: 1 dias. Local: Universidade de Évora, Cidade: Évora, Tipo de participação: Docente.
No âmbito da formação "Gestão do Património Cultural: Especialização Inteligente" promovido pela Cátedra UNESCO em Património Imaterial (Universidade de Évora), o módulo “A Convenção de 2003, o Património Cultural Imaterial e os Museus” (20-01-2016) permitiu uma reflexão sobre o papel dos museus em relação a uma abordagem mais holística e inclusiva do património cultural de acordo com o enquadramento formulado pela UNESCO, através da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial de 2003. Objectivos: apresentar a Convenção de 2003 e o enquadramento teórico sobre os museus e o PCI; introduzir e problematizar o conceito de PCI no contexto dos museus; analisar boas práticas de salvaguarda do PCI; fornecer instrumentos operativos para a definição de estratégias de salvaguarda do PCI no âmbito de políticas do património mais integradas.

3. Carvalho, Ana. Os Museus e o Património Cultural Imaterial, 2014 (Especialização), promovido por Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
Duração: 2 dias. Local: Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Cidade: Lisboa.
O módulo “Os Museus e o Património Cultural Imaterial” realizou-se a 2 e 3 de Maio de 2014. Inseriu-se no âmbito da pós-graduação em Património Cultural Imaterial (2.ª edição). Permitiu uma reflexão sobre o papel dos museus em relação a uma abordagem mais holística e inclusiva do património cultural, de acordo com o enquadramento formulado pela UNESCO (ex. Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial de 2003). Objectivos: apresentar o enquadramento teórico sobre os museus e o PCI; introduzir e problematizar o conceito de PCI no contexto dos museus; analisar boas práticas de salvaguarda do PCI; fornecer instrumentos operativos para a definição de estratégias de salvaguarda do PCI.
4. Carvalho, Ana. Os Museus e o Património Cultural Imaterial, 2012 (Especialização), promovido por Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
Duração: 2 dias. Local: Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Cidade: Lisboa, Tipo de participação: Docente.
O módulo “Os Museus e o Património Cultural Imaterial” realizou-se a 24 e 25 de Fevereiro de 2012. Inseriu-se no âmbito da pós-graduação em Património Cultural Imaterial (1.ª edição). Permitiu uma reflexão sobre o papel dos museus em relação a uma abordagem mais holística e inclusiva do património cultural, de acordo com o enquadramento formulado pela UNESCO (ex. Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial de 2003). Objectivos: apresentar o enquadramento teórico sobre os museus e o PCI; introduzir e problematizar o conceito de PCI no contexto dos museus; analisar boas práticas de salvaguarda do PCI; fornecer instrumentos operativos para a definição de estratégias de salvaguarda do PCI.

Organização de evento
Event organization
1. Carvalho, Ana; Isnart, Cyril. Encontro de trocas 1, Património e comunidades no Sul,2011 (Seminário / Organização).
Seminário de investigação da linha 2 - “Património, Cultura Material e Arqueologia no Sul da Europa e no Mediterrâneo” do Cidehus-Universidade de Évora.

Programa de rádio ou TV
Radio or TV show
1. Carvalho, Ana. Encontros com o Património "Museus Hiperconectados - Dia Internacional de Museus 2018",2018 (Comentário).
O programa de rádio (TSF Rádio Notícias) "Encontros com o Património" (12-05-2018) foi dedicado ao tema do Dia Internacional de Museus: Museus Hiperconectados. Foi conduzido pelo jornalista Manuel Vilas Boas e contou com a participação de José Alberto Ribeiro (ICOM Portugal), Ana Carvalho (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora), Rita Canavarro (Museu do Dinheiro) e Paula Brito Medori (Museu Nacional de Arte Antiga).

2. Carvalho, Ana; Barata, Filipe T. Património em Risco,2017 (Entrevista).
Programa da Rádio Diana (Évora) dedicado ao "Património em Risco". Programa apresentado por Luís Matias, com a produção e enquadramento literário de Cláudia Sousa Pereira. Participação de Ana Carvalho e Filipe Themudo Barata 31 de Maio de 2017.






Dados Complementares (Additional data)


Orientações
Orientations


Dissertação de Mestrado
Master degree dissertation
Concluídas
Completed
1. Eliane de Castro Silva, "Museu Regional de Entomologia da Universidade Federal de Viçosa: Uma Proposta de Institucionalização", 2018. Dissertação (Património Cultural, Paisagens e Cidadania) - Universidade Federal de Viçosa (Co-orientador).


Orientação de outra natureza
Other orientation
Concluídas
Completed
1. Diolinda Ramírez Gutiérrez, Experiencia Turística en Espacios de Patrimonio Cultural y Museos, 2017. Bolseiro(a) de Universidad de la Laguna (Co-orientador).
Investigadora visitante no CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (18/09/2017 a 30/10/2017), candidata a doutoramento. Orientação: Jaime Serra e Ana Carvalho.


Participação no júri de Graus Académicos
Academic Degrees jury participation


Doutoramento
Phd
1. Marc Jacobs; Fernando António Baptista Pereira; Carvalho, Ana; Barata, Filipe Themudo; José Alberto Machado; Paulo Simões Rodrigues. Participação no júri de Monalisa Maharjan. Linking Heritage: Yenya Punhi Festival a Path to Reinforce Identity. The Kathmandu Experience, 2016. Tese (História da Arte) - Universidade de Évora.
13 de Julho de 2016.


Outra
Other
1. Carvalho, Ana. Participação no júri de Eliane de Castro Silva. Museu Regional de Entomologia da Universidade Federal de Viçosa: Uma Proposta de Institucionalização, 2017. Outra, Universidade Federal de Viçosa.
24 de Outubro de 2017 Banca de examinação: Denilson Santos de Azevedo (Universidade Federal de Viçosa) - orientador, Jonas Marçal de Queiroz (Universidade Federal de Viçosa) - debatedor, e Ana Carvalho (Universidade de Évora) - debatedor.
2. Carvalho, Ana; Raquel Henriques da Silva; Susana Martins. Participação no júri de Inês da Costa Lima Pinto Quintanilha. Casa da História Europeia: Musealização da Integração, Unidade e Identidade em Contexto de Rutura, 2017. Outra, Universidade Nova de Lisboa.
31 de Outubro de 2017, Provas de Trabalho de Final de Curso de Doutoramento em História da Arte, área de especialidade Museologia e Património Artístico de Inês Quintanilha, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, júri: Raquel Henriques da Silva (UNL) - presidente júri, Susana Martins (UNL) - tutora, e Ana Carvalho (Universidade de Évora) - arguente.


Participação em eventos
Event participation
Participação como Keynote Speaker
Participation as Keynote Speaker
1 "Ameaças em torno do Património Cultural Imaterial: Uma Reflexão, 2017 (Mesa-Redonda).
Nome do evento: III Encontro da Cátedra UNESCO em Património Imaterial e Saber-Fazer Tradicional: Interligar Patrimónios; Nome da Instituição: Cátedra UNESCO em Património Imaterial e Saber-Fazer Tradicional: Interligar Patrimónios da Universidade de Évora; Cidade do evento: Castro Verde / Castro Verde.
22 de Junho de 2017. A UNESCO tem preconizado muitas iniciativas que colocaram o tema do património cultural imaterial (PCI) na ordem do dia, alimentando a discussão em torno da sua salvaguarda e conferindo-lhe um amplo reconhecimento internacional. Com este encontro, a Cátedra UNESCO pretendeu contribuir para este debate subordinado ao tema "Património Cultural Imaterial em Risco", a partir dos seguintes objectivos: refletir sobre o património cultural imaterial em risco; contactar e conhecer práticas a nível da salvaguarda do PCI do Sul de Portugal; avaliar o impacto de políticas e processos legais em vigor; promover a preservação e a importância do PCI em risco, junto dos detentores deste património.
2. Debate "Dizer o Indizível para quê? A propósito do tema do Dia Internacional de Museus 2017 "Museus e Histórias Contestadas: Dizer o Indizível em Museus", 2017 (Encontro).
Nome do evento: Debate "Dizer o Indizível para quê? A propósito do tema do Dia Internacional de Museus 2017 "Museus e Histórias Contestadas: Dizer o Indizível em Museus"; Nome da Instituição: Acesso Cultura; Cidade do evento: Évora / Direção Regional de Cultura do Alentejo.
17 de Abril de 2017. O tema do Dia Internacional dos Museus de 2017, celebrado a 18 de Maio, é “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus”. Que histórias serão essas que não se dizem? Porque é que devemos (ou não) contá-las? Terão todos os museus histórias controversas a contar? A quem cabe contá-las? O debate pretende reflectir sobre o que devemos ou podemos esperar dos nossos museus, com profissionais e como visitantes.
3 Debater o Intangível: Ciclo de Conversas (12 de Outubro), 2016 (Mesa-Redonda).
Nome do evento: Debater o Intangível: Ciclo de Conversas; Nome da Instituição: Instituto de História da Arte; Cidade do evento: Lisboa / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
O ciclo de conversas “Debater o Intangível” procura dar resposta ao crescente interesse sobre o Património Cultural Imaterial e as Imaterialidades do Património Cultural, nas suas várias vertentes, questionando o lugar que ocupa, ou poderá ocupar, em instituições museológicas (tanto físicas como virtuais) .

Participação como Moderador
Participation as Chairman
1 Debate "Os desafios do digital para a Cultura e o Património" - Encontros Património, Cidadania e Mediação Cultural, 2017 (Mesa-Redonda).
Nome do evento: Encontros Património, Cidadania e Mediação Cultural; Nome da Instituição: Mapa das Ideias; Cidade do evento: Oeiras / Espaço d’ A Reserva na Fábrica da Pólvora de Barcarena, edifícios n.º 27 e 28, Barcarena.
10 de Novembro de 2017 Debate centrado nos desafios do digital para a cultura e património. O digital não traz apenas mais ferramentas, muda a forma como comunicamos, como aprendemos e como socializamos. Que desafios são estes?.
2 Jornadas de Primavera do ICOM Portugal, 2016 (Mesa-Redonda).
Nome do evento: A propósito do Dia Internacional de Museus: A Carta de Siena (Museus e Paisagens Culturais) e a Recomendação da UNESCO Relativa a Museus e a Colecções; Nome da Instituição: Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional de Museus (ICOM Portugal); Cidade do evento: Lisboa / Palácio Nacional da Ajuda.
A “Recomendação Relativa à Protecção e Promoção dos Museus e das Colecções, da sua Diversidade e do seu Papel da Sociedade” foi aprovada a 17 de Novembro de 2015, em Paris, no âmbito da 38.ª sessão da assembleia-geral da UNESCO. O último documento da UNESCO referente a museus datava da década de 1960. Mais de 50 anos passados, esta nova Recomendação marca uma posição sobre as orientações a ser seguidas pelos Estados Membros em matéria de políticas museológicas. Porquê uma nova Recomendação da UNESCO para os museus? Como surge? Que contextos? Qual a sua importância? Quais as novidades? Que impacto para as políticas nacionais? Estas são algumas das questões de partida para uma conversa com Clara Frayão Camacho, que foi a perita nacional envolvida na discussão na fase preparatória do documento, e com Pedro Pereira Leite, museólogo que tem centrado a sua investigação na função social dos museus. Com moderação de Ana Carvalho.
3. Debate “Nós” e “Os outros”: A Cultura na Crise dos Refugiados (16 de Fevereiro), 2016 (Encontro).
Nome do evento: “Nós” e “Os outros”: a Cultura na Crise dos Refugiados; Nome da Instituição: Acesso Cultura; Cidade do evento: Lisboa / Casa Fernando Pessoa.
A crise dos refugiados está muito presente hoje na Europa, mas também nos restantes continentes. Tornou-se óbvio que a União Europeia tem dificuldades em criar consenso em relação à forma de gerir esta situação e em estruturar um plano de acção. Ao mesmo tempo, as medidas recentemente tomadas por alguns governos indicam um endurecimento das posições, que em alguns casos vem reforçar os estereótipos em relação ao “Outro” e à ameaça que ele representa para a sociedade e a cultura europeia. Qual é o papel das instituições culturais neste contexto? A crise dos refugiados, os seus contornos, as questões que levanta para a sociedade são assuntos que dizem respeito ao sector cultural ou estão fora do seu âmbito de acção e das suas prioridades? Ao decidir envolver-se, de que forma uma instituição cultural poderá ou deverá proceder? Que cuidados deverá ter? Que objectivos?.
4 Jornada de Trabalho "Património Cultural Imaterial", 2010 (Mesa-Redonda).
Nome do evento: Jornada de Trabalho "Património Cultural Imaterial"; Nome da Instituição: Rede de Museus do Algarve (RMA); Cidade do evento: Querença / Fundação Manuel Viegas Guerreiro.

Participação como Relator
Participation as Commentator
1. Reflexões e Questões de Futuro, 2017 (Congresso).
Nome do evento: A Representação da Deficiência em Museus, Imaginários e Identidades; Nome da Instituição: Universidade do Porto; Cidade do evento: Porto / Museu Nacional Soares dos Reis.
30/05/2017. A Representação da Deficiência em Museus, Imaginários e Identidades é um Encontro Internacional dedicado ao tema da deficiência e dos museus. Este encontro de caráter científico, pretendeu abordar e gerar reflexões sobre questões relacionadas com a identidade, os discursos e a representação da deficiência, e o seu impacto atual na exclusão social das pessoas com deficiência. Constitui-se, ainda, como uma atividade de disseminação do conhecimento sobre a investigação em curso entre os profissionais dos museus, os estudantes, os investigadores e o público em geral.



Participação editorial em revistas
Magazine editorial participation
1. Carvalho, Ana. Conservar Património, de 2018/05/26 até 2018/05/28, Função ou tipo de participação: Reviewer, Editora: Associação Profissional de Conservadores-Restauradores de Portugal (ARP).
ISSN: 2182-9942. Revista indexada à Scopus e Web of Science.

2. Carvalho, Ana. MIDAS - Museus e Estudos Interdisciplinares, de 2011/10/17 até 2018/02/17, Função ou tipo de participação: Editor, Editora: Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora et al.
ISSN 2182-9543, Revista MIDAS (desde 2013).

3. Carvalho, Ana. Memoriamedia - Revista do e-Museu do Património Cultural Imaterial, de 2017/06/29 até 2017/06/30, Função ou tipo de participação: Reviewer, Editora: MemoriaMedia.
ISSN: 2183-3753. MemoriaMedia - Revista do e-Museu do Património Cultural Imaterial.

4. Carvalho, Ana. Boletim ICOM Portugal, de 2014/03/22 até 2017/03/31, Função ou tipo de participação: Editor, Editora: ICOM Portugal.
ISSN 2183-3613, Lisboa.

5. Carvalho, Ana. Museum International, de 2017/03/17 até 2017/03/17, Função ou tipo de participação: Reviewer, Editora: Wiley Online Library.
Museum Internacional, ISSN: 1350-0775, edited by International Council of Museums (ICOM).

6. Carvalho, Ana. Revista de História da Arte série w, de 2016/11/15 até 2016/11/15, Função ou tipo de participação: Reviewer.
ISSN 2182-3294, Revista de História da Arte, série w (desde 2011), 5.º número .

7. Carvalho, Ana. Musas: Revista Brasileira de Museus e Museologia, de 2016/06/06 até 2016/06/24, Função ou tipo de participação: Reviewer, Editora: Instituto Brasileiro de Museus.
ISSN 1807-6149, Brasília, Revista Musas (desde 2004).

8. Carvalho, Ana. Revista Estudos Históricos, de 2016/02/25 até 2016/02/25, Função ou tipo de participação: Reviewer, Editora: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas.
ISSN 2178-1494, Rio de Janeiro, Revista Estudos Históricos (desde 1988).








Indicadores de produção (Production indicators)

Total
Produção científica
Scientific production
73

Livros e capítulos
Books and book chapters
23
Livros publicados ou organizados
Published or organized books
5
Capítulos de livros publicados
Published book chapters
18
Artigos científicos em revistas
Papers in periodics
38
Com arbitragem científica
With scientific refereeing
5
Sem arbitragem científica
Without scientific refereeing
33
Textos em jornais ou revistas
Texts in journals or magazines
1
Jornais de notícias
Newspapers
1
Outros tipos de produção científica
Other scientific production
11

Total
Produção técnica
Technical production
28

Outros tipos de produção técnica
Other technical production
28

Total
Dados complementares
(Additional data)
21

Orientações
Orientations
2
Participação no Júri de Graus Académicos
Academic Degrees jury participation
3
Participação em Eventos
Event participation
8
Participação editorial em revistas
Magazine editorial participation
8


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Página gerada pela Plataforma de Curricula DeGóis promovida pela FCT e pelo Gávea/DSI/UM em 24-09-2018 às 21:08:34
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