Curriculum Vitae

Maria Helena de Aguiar Pereira e Pestana

Data da última atualização »Last update : 25/02/2015


Maria Helena de Aguiar Pereira e Pestana. É Prof. Auxiliar - ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. Publicou 4 artigos em revistas especializadas, possui 7 livros publicados. Possui 1 processo ou técnica e outros 3 itens de produção técnica. Participou em 5 eventos em Portugal. Actua na área de Outras Ciências Sociais Nas suas actividades profissionais interagiu com 3 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos.


Endereço de acesso a este CV:

http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=4924914012364342


Dados pessoais (Personal data)
Nome completo
Full name
Maria Helena de Aguiar Pereira e Pestana
Nome em citações bibliográficas
Quoting name
PESTANA, Maria Helena
Categoria profissional
Position
Prof. Auxiliar
Domínio científico de atuação
Scientific domain
Ciências Sociais-Outras Ciências Sociais.
Endereço profissional
Professional address
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa
Departamento de Métodos Quantitativos
Av. das Forças Armadas
Lisboa
1649-026 Lisboa
Portugal
Telefone: (+035)217604593
Correio electrónico: mhpp@iscte.pt
Homepage: http://
Sexo
Gender
Feminino»Female




Graus Académicos (Academic Degrees)
2003 Doutoramento
Phd
Métodos Quantitativos de Gestão.
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Portugal.

1985 Provas de Aptidão Pedagógica/Capacidade Científica
Evaluation of Pedagogic Readiness/Cientific Ability
Provas Científico Pedagógicas.
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Portugal.

1981 Licenciatura
Licentiate degree
Organização e Gestão de Empresas.
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Portugal.





Vínculos profissionais (Professional Positions)
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa
Mar/1982-Actual Prof. Auxiliar





Atividades de Investigação e Desenvolvimento (Research and Development activities)
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa
Mar/1982-Actual Departamento de Métodos Quantitativos
Linhas de investigação»Research fields:


Análise categórica, Árvores de Decisão e Análise de Conteúdo


Tecnicas de amostragem


Gestão


Turismo


Demografia






Atividades de Ensino (Teaching activities)
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa
2003-Actual
Curso»Academic program: Economia

Disciplinas lecionadas»Taught units:

  • Estatística


Mar/1982-1985
Curso»Academic program: Gestão

Disciplinas lecionadas»Taught units:

  • Matemática I






Linhas de Investigação (Research fields)
1. Análise categórica, Árvores de Decisão e Análise de Conteúdo
Objectivos»Goals: Aprofundar: 1) os principais métodos de análise categórica usados tanto em tabelas de contingência como na explicação de variáveis de resposta, nominal e ordinal em função de variáveis de quaisquer natureza, em amostras de pequena ou grande dimensão; 2) árvores de decisão usadas com vantagem sobre 1) quando o nº de observações é elevado, quando as relações são complexas por existirem várias variáveis que interegem , quando existem vários zeros estruturais ou quando existem várias variáveis de naturexa contínua; 3) tratamento da análise de texto escrito através do programa STAfS..
2. Tecnicas de amostragem
Objectivos»Goals: Apllicar as diversas técnicas de amostragem usando o programa informático SPSS, de modo a faciliat a sua utilização num número elevado de leitores mesmo os com menos conhecimento de matemática e estatística..
3. Gestão
4. Turismo
5. Demografia




Línguas (Languages)
Compreende
Understandig
Inglês (Bem), Português (Bem).
Fala
Speaking
Inglês (Bem), Português (Bem).

Reading
Inglês (Bem), Português (Bem).
Escreve
Writing
Inglês (Bem), Português (Bem).




Membro de Associações Profissionais/Científicas (Professional/Scientific Association membership)
Actual Dinâmia_ISCTE, Outros (especifique).
Investigadora.
Jan/2011 - Actual Investigadora colaboradora do Instituto do Envelhecimento da Universidade de Lisboa, desde 2011, Outros (especifique).
Investigadora colaboradora.
Nov/2009 - Actual Lusófona, Membro.
Investigadora colabora externa do CIEG da Universidade Lusófona de Lisboa.
Mai/2005 - Actual UNIFAI , Outros (especifique).
Investigadora.




Produção científica, técnica e artística/cultural (Scientific, technical and artistical/cultural production)
Livros publicados/organizados ou edições
Published/organized books or Editions
1. Silva, Eveline M. F. A. M. 2014. Análise de Dados para Ciências Sociais:a Complementaridade do SPSS (6ª edição). ed. 6, 1 vol., ISBN: 978-972-618-775-2. Lisboa: Edições Silabo, LDA.
6ªedição com cerca de 1500 páginas, revista e aumentada com novos modelos e com exemplos práticos.

2. Silva, Eveline M. F. A. M. 2013. A Economia Social e a sua Sustentabilidade como Fator de Inclusão Social. ed. 1, 1 vol., ISBN: 978-989-97711-1-6. Lisboa: SERGA-Serviços, Organização e Informática-2012.
Potencialidades da Economia Social em Portugal. Contribuição como factor de inclusão social.

3. PESTANA, Maria H. 2012. A Economia e a sua Sustentabilidade como Factor de Inclusão Social . ed. g, g, ISBN: 978-989-97711-0-9. Lisboa: SERGA-Serviços, Organização e Informática-2012.
A economia social, constituída por cooperativas, sociedades mútuas, associações e fundações, representa 10% do conjunto das empresas europeias, ou seja, 2 milhões de empresas, ou 6% do total do emprego. Segundo o Parlamento Europeu, a economia social "dispõe de um elevado potencial para gerar e manter empregos estáveis devido, principalmente, à natureza não deslocalizável das suas actividades". A economia social também designada como 3° sector, desempenha um papel importante na erradicação da pobreza e exclusão social, através das suas várias intervenções/respostas dadas, assumindo quer a função de entidade geradora de crescimento económico quer de entidade geradora de emprego. Reconhece-se, no entanto , que este sector não tem sido tratado com a prioridade que se impunha no âmbito das politicas, tanto a nível comunitário como a nível dos diferentes Estados Membros, dado o seu papel fulcral na área da luta contra a pobreza e exclusão social, e consequentemente na inserção de públicos desfavorecidos através de vários programas e medidas ,muitos dos quais se podem considerar inovadores. Porém, a Estratégia Europeia do Emprego, no quadro da Estratégia Europeia 2020, procura colmatar esta fraqueza na medida em que entre os seus objectivos se encontra a redução da pobreza e o crescimento do emprego qualquer deles quantificados por indicadores europeus – taxa de emprego de 75 % para a população de idade compreendida entre 20 e 64 anos e uma redução de, pelo menos, 20 milhões no número de pessoas em situação ou risco de pobreza e exclusão social - e que se deverão traduzir em indicadores nacionais. Portugal assumiu como objectivos nacionais uma taxa de emprego, para a população entre 20 e 64 anos, de 71% em 2014 e de 75% em 2020 enquanto para o nível de pobreza comprometeu-se com uma redução de 50 000 pessoas, em 2014 e de 200 000, em 2020. Neste contexto, o Fundo Social Europeu (FSE), no seu o período de programação de 2007-2013, .

4. PESTANA, Maria H. A. P. e. 2009. Análise Categorica, Árvores de Decisão e Análise de Conteúdo em Ciências Sociais e da Saúde com o SPSS. ed. 1, 1 vol., ISBN: 978-972-757-585-5. Lisboa: Lidel.
Este livro apresenta-se dividido em três partes. A primeira parte “A” com seis capítulos, inclui os principais métodos de análise categórica aplicados tanto em tabelas de contingência, como na explicação de variáveis de resposta, nominal ou ordinal, em função de variáveis de quaisquer naturezas, recorrendo aos modelos de regressão logística, ou ainda quando se pretende apenas conhecer a associação entre variáveis qualitativas, através dos modelos loglineares e de regressão parcial (PLS). A segunda parte, “B”, com o capítulo sétimo, abrange os modelos CHAID e CART das árvores de decisão, usados com vantagem sobre os da parte “A” quando: o número de observações é elevado; ou quando as relações são complexas por existirem muitas variáveis que interagem entre si; ou quando existem vários zeros estruturais, ou ainda quando há várias variáveis explicativas de natureza contínua. A terceira parte, “C”, com o capítulo oitavo, está reservada ao tratamento estatístico da análise de conteúdo em respostas abertas provenientes de texto escrito, feita através do suporte informático SPSS Text Analysis for Surveys (STAfS). Tanto os modelos de regressão logística como os loglineares partilham de muitas características semelhantes aos modelos de regressão linear para variáveis contínuas, pelo que se recomenda a sua leitura prévia, que estão desenvolvidos nos dois livros anteriores dos autores. Para os leitores com maior preparação matemática, reservaram-se os apêndices de 1 a 9, onde mais se aprofundam os fundamentos teóricos dos modelos incluídos na parte A, nomeadamente se demonstram teoremas, funções de probabilidade, o rácio da verosimilhança, a desigualdade de Tchebycheff, as funções geradoras de momentos, a lei dos grandes números, e se apresentam as vantagens das distribuições pertencerem à família exponencial, com destaque para as estatísticas suficientes e para a quantidade de informação estatística.

5. Pestana, M. H; Gageiro, J. N. 2009. Análise Categórica, ¿?rvores de Decisão e Análise de Conteúdo em Ciências Sociais e da Saúde com o SPSS. ed. 1, 1 vol., ISBN: 978-972-757-585-5. Lisboa/Portugal: Lidel-Edições Técnicas, Lda.
6. Pestana, M. H; Gageiro, J. N. 2008. Análise de Dados para Ciências Sociais: a Complementaridade do SPSS. ed. 5, 1 vol., ISBN: 978-972-618-498-0. Lisboa/ Portugal: Edições Silabo, Lda.
7. PESTANA, Maria H. A. P. e. 2008. Análise de Dados para Ciências Sociais: A Complementaridade do SPSS, 5ª . Edições Sílabo. ed. 5, 5 vols., ISBN: 978-972-618-498-0. Lisboa: Edições SÍlabo.
Esta quinta edição apresenta uma versão revista e aumentada do livro, tendo-se agrupado num único capítulo dos Testes não paramétricos que estavam repartidos nas anteriores edições nos capítulos 6 e 7. Reordenou-se o capítulo 8 que passa a constituir o capítulo 3, com a designação de Análise de Correspondência: Anacor e MCA. O capítulo 4 passou a incluir também as correlações biserial e point biserial, importantes em designs experimentais. Procurou-se uma apresentação mais atractiva e que sintetizasse de uma forma integrada e analítica as técnicas mais utilizadas nas Estatística e Análise de Dados nos domínios univariado e multivariado. Todos os exercícios são acompanhados dos respectivos comandos, janelas intermédias geradas pelo SPSS, e correspondentes resultados. Sem sacrificar o rigor que procurámos imprimir à abordagem das diversas técnicas, a metodologia usada, resultante de uma experiência académica e profissional de alguns anos nesta área, centrou-se na exposição tão fácil quanto possível das matérias e na sua ilustração com recurso a exemplos práticos de modo a tornar acessível o texto a uma vasta gama de leitores, incluindo aqueles com menos bases de matemática. .

8. PESTANA, Maria H. A. P. e. 2005. Descobrindo a Regressão com o SPSS. ed. 1, 1 vol., ISBN: 972-618-394-4. Lisboa: Edições Sílabo.
O modelo de regressão é uma das técnicas estatísticas mais populares devido ao seu elevado poder explicativo e à facilidade da sua interpretação e de utilização em programas informáticos, nomeadamente no SPSS. Ao longo do livro e sempre que possível introduziram-se metáforas de forma a tornar mais perceptíveis os conceitos, recorrendo ao paralelo com a vida quotidiana, onde se banaliza o complexo sem perda do rigor científico. Este livro está dividido em duas partes, onde a parte A inclui os fundamentos teóricos que sustentam os modelos de regressão, e a parte B conjuga a teoria com a prática. Os fundamentos teóricos incluem para além da introdução (ponto 1), as hipóteses dos modelos de regressão linear simples e múltipla (ponto 2), a estimação dos parâmetros do modelo (pontos 3 e 6), as propriedades e distribuição dos estimadores dos mínimos quadrados (pontos 4 e 7), as propriedades da equação de regressão dos mínimos quadrados (ponto 5), e a análise de variação (ponto 8). Na parte B a sequência dos pontos apresentados tem a ver com a lógica da construção do modelo de regressão. Assim, para se aplicar o modelo de regressão linear é necessário existir associação linear entre as variáveis, razão pela qual o ponto 1 se refere à covariância e R de Pearson. Uma vez que a estimação recorre ao método dos mínimos quadrados, o ponto 2 mostra a vantagem deste método sobre qualquer outro. Visto que o modelo de regressão linear não se aplica apenas a relações lineares (ponto 3), os pontos 4 a 8 permitem a generalização do modelo a relações que apesar de não lineares podem ser linearizáveis, e mostram como se procede à escolha entre funções polinomiais. Estuda-se a permanência da estrutura do modelo num domínio mais amplo do que aquele para o qual inicialmente fora estimado; o ponto 10 inclui variáveis endógenas qulitativas, no ponto 12 aplica-se a análise de tragetórias, no 13 o logit e probit. A parte B inclui ainda 33 complementos teóricos, que visam tornar o livro rigo.
9. PESTANA, Maria H. 2005. Análise de dados para Ciências Sociais: A complementaridade do SPSS . ed. 4, 1 vol., ISBN: 972-618-391-X. Lisboa: Edições Sílabo, Lda.
Esta 4ª edição revê e aumenta a anterior. Agrupou-se num único capítulo 7 os testes não paramétricos; o capítulo 3 é agora a análise de correpondência:Anacor e MCA; o cap 4 inclui a comparação de duas médias num design experimental, pelo que se acrescentaram as correlações biserial e point biserial e anexou-se a tabela 2 da normal estandardizada. O cap 5 engloba o Oneway Anova, Anova, Manova, e Ancova; no capítulo 10 reformolou-se a abordagem da regressão linerar simples e múltipla, acentuando-se a identificação de outliers e medidas de influência, dando especial relevo à permanência de edstrutura em termos de previsão. Procurou-se uma apresentação mais atrativa que sintetizasse de forma integrada e analítica as técnicas mais usadas nos domiions univariado e multivariado. Para realçar a teoria foi introduzido um filete escurecido na margem esquerda para facilitar a leitura. Em termos globais especificaram-se as condições de uso dos testes Post-hoc e dos contrastes. Deu-se maior especificidade na representação dos diferentes gráficos, nomeadamente o simple scatter, o overley scatter, o matrix scatter e o error bar. Todos os exercícios são acompanahdos dos respectivos comandos, janelas intermédias, resultados e acesso às respectivas bases de dados. Introduziu-se um indice remissivo de forma a facilitar a sua consulta.
10. Pestana, Maria H. A. P. e. 2003. Análise de Dados para Ciências Sociais: A Complementaridade do SPSS. ed. 3ª, 1 vol., ISBN: 972-618-297-2. Lisboa: Edições Sílabo.
Esta 3ª edição apresenta uma versão revista e ampliada. As alterações mais importantes resultam da criação de um capítulo introdutório ao SPSS, na incorporação do método dos grupos extremos revisto, da função potência, do erro tipo II, bem como da dimensão da amostra. O capítulo 8 sobre a análise categórica foi reformulado com novos exemplos.
11. Pestana, Maria H. A. P. e. 2000. Análise de Dados para Ciências Sociais: A Complementaridade do SPSS. ed. 2ª, 1 vol., ISBN: 972-618-220-4. Lisboa: Edições Sílabo.
Edição Revista e Aumentada. Há alterações importantes nos capítulos 2 (cruzamentos e medidas de associação), no 4 (análise de variância), e no 9 (análise factorial das componentes principais), que foram rescritos tanto para simplifica a exposição como para incluir outros aspectos considerados relevantes. No cap 2 inseriu-se o ponto 6 que refere as relações espúrias, as variáveis moderadoras e intervenientes. No cap 4 forma abrangidos mais modelos de análise de variância univariada e adicionados modelos de análise de variância multivariada. No cap 9 acrescentou-se a análise factorial com rotação oblíqua e a análise factorial aplicada a escalas, para as quais se trata a consitência interna e a criação de índices. Adicionaram-se 2 capítulos novos: o 5 referente às medidas repetidas e o 12 respeitante à análise discriminante. Com vista a facilitar a consulta forma inseridos na introdução 3 quadros resumo de testes e medidas de associação e de correlação utilizadas ao longo do livro. No final de cada capítulo foi adicionado um resumo com os seus aspectos mais relevantes.
12. Pestana, Maria H. A. P. e. 1998. Análise de Dados para Ciências Sociais: A Complementaridade do SPSS. ed. 1ª, 1 vol., ISBN: 972-618-181-X. Lisboa: Edições Sílabo, Lda.
Procurou-se uma apresentação mais atractiva e que sintetizasse de uma forma integrada e analítica as técnicas mais utilizadas nas Estatística e Análise de Dados nos domínios univariado e multivariado. Todos os exercícios são acompanhados dos respectivos comandos, janelas intermédias geradas pelo SPSS, e correspondentes resultados. Sem sacrificar o rigor que procurámos imprimir à abordagem das diversas técnicas, a metodologia usada, resultante de uma experiência académica e profissional de alguns anos nesta área, centrou-se na exposição tão fácil quanto possível das matérias e na sua ilustração com recurso a exemplos práticos de modo a tornar acessível o texto a uma vasta gama de leitores, incluindo aqueles com menos bases de matemática. O software informático SPSS é exaustivamente apresentado nas várias situações a que a ele se pode recorrer, evidenciando-se, com explicação passo a passo, a utilização do seu vasto manancial de recursos. Ainda que este livro seja da inteira responsabilidade dos autores, o seu conteúdo resultou em larga medida da leitura de obras de autores nacionais e estrangeiros, bem como das inúmeras discussões tidas ao longo do tempo com muitas das pessoas com que habitualmente trabalhamos. O seu contributo em muito melhorou o nosso entendimento dos múltiplos aspectos relacionados com o tema.

Capítulos de livros publicados
Published book chapters
1. Silva, Pedro A.. 2013. Avaliação e atitudes perante os sistemas de saúde europeus numa perspectiva comparada europeia.  In Os Portugueses e o Estado-Providência Uma perspectiva Comparada, ed. Filipe Carreira da Silva_ICS, 131 - 159. ISBN: 978-972-671-320-3. Lisboa: Gráfica Manuel Barbosa & Filhos, LDA.
Avaliação e atitudes perante os sistemas de saúde europeus numa perspectiva comparada.

2. PESTANA, Maria H. 2012. Avaliação das atitudes perante os sistemas de saúde europeus numa perspectiva comparada.  In Os Portugueses e o Estado Providência, 1 - 18. . Lisboa : ICS.
A organização e o acesso ao sistema de saúde de cada país configura comportamentos, gera expectativas e influencia as atitudes dos cidadãos relativamente às políticas de saúde e aos serviços que prestam os cuidados médicos, assim como a própria concepção, individual e colectiva, de saúde e doença. Por outro lado, esses comportamentos e atitudes não se definem apenas pelas características específicas e desempenhos de um dado sistema de saúde mas também por determinantes sociais, políticas, económicas e culturais numa perspectiva alargada. O European Social Survey (ESS), na sua edição de 2008, disponibiliza dados de um conjunto de indicadores atitudinais específicos sobre saúde, a par de outros relacionados com as diversas áreas constitutivas do Estado Social, que permitem realizar comparações entre países com diferentes modelos de organização de sistemas de saúde. Apesar da complexidade dos sistemas de saúde em vigor em cada país, o recurso a uma tipologia clássica para classificar os vários países na perspectiva da prestação de serviços de saúde proposta pela OCDE como a que é aqui adoptada, que divide os países entre aqueles que têm serviços de saúde públicos, os que têm serviços de saúde mistos e os que têm serviços de saúde privados, permite identificar e analisar padrões de atitudes significativos tendo em conta as características mais importantes de cada tipo de sistema. A investigação tem demonstrado existir uma relação entre a arquitectura institucional dos diferentes sistemas de saúde e as atitudes públicas manifestadas (Jordan, 2010). Estes estudos inserem-se numa ampla linha de investigação sobre as consequências políticas do Estado-Providência, que tem procurado analisar em que medida as políticas públicas integrantes do Estado-Providência, sectoriais ou globais, depois de institucionalizadas, informam e estruturam as atitudes públicas através da reconfiguração do debate político, da emergência de novos grupos de beneficiados.

3. PESTANA, Maria H. 2010. Hábitos de estudo e estilos de aprendizagem.  In Investigação e Prática em Economia, ed. Eduardo de Sousa Ferreira, José Paulo Oliveira, Maria João Mortágua, , 275 - 284. ISBN: 978-989-8131-67-6. Lisboa: Principia Editora, Lda.
O estudo compara os alunos do 2º ano do curso de Economia do ISCTE-IUL com os alunos do 2º ano e do 3º ano do curso de medicina da FMUL. os resultados mostram diferenças relevantes nos estilos de aprendizagem, com predominância do estilo profundo nos alunos de Medicina e dos estilos superficial e estratégico nos alunos de Economia. Quanto melhor for a compreensão destas diferenças por parte dos professores, maior será a probabilidade de se orientarem para práticas de exercícios de excelência, com consequentes melhorias na aprendizagem e no sucesso académico.


Artigos em revistas com arbitragem científica
Papers in periodics with scientific refereeing
1. PESTANA, Maria H; Sousa, Liliana. 2012. "Can you know me better? Combining behavioural and Physiological measuremets for an objective assessment of sensory responsiveness in a child with profound intellectual and multiple disabilities", Journal of Alternative and Complementary Medicine 25, 6: 522 - 530.
Sensory assessment of individuals with profound intellectual and multiple disabilities (PIMD) can be extremely difficult for several reasons, including the idiosyncratic reactions that these individuals commonly exhibit to environmental stimuli. This case report presents a combination of behavioural and physiological measurements aimed at providing an objective assessment of the sensory responsiveness of a child with PIMD. Settings/location, subjects, and interventions: The participant was presented, at his home, with a set of stimuli commonly used during sensory interventions. Responsiveness to these stimuli was assessed in terms of motor movements, heart rate and electrodermal responses. Treatment outcomes: Although the child only seemed to react to two of the presented items, interesting connections were observed between his motor and physiological responsiveness. Conclusions: The methodological approach here presented appears to constitute a useful resource for understanding and ascribing meaning to the behaviours of children with PIMD that represent specific reactions to particular stimuli. With such a resource, people close to these individuals can fine tune their interventions and guarantee their well-being. .

2. PESTANA, Maria H; Burnquist, H.L. 2011. "Dificuldade de Adequação às Medidas Técnicas: a Percepção das Empresas Exportadoras de Alimentos", Revista de Economia e Sociologia Rural, RESR da Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural (SOBER) 49, 3: 629 - 646.
Este artigo mensura o grau de dificuldade de adequação às medidas técnicas para as empresas exportadoras de alimentos no Brasil, por meio da construção de índices. Foi aplicado um questionário estruturado a 117 empresas e os dados foram analisados por meio de técnicas estatísticas multivariadas. As variáveis detalhadas no trabalho, que representam tipos de medidas técnicas usualmente requeridas para a exportação de alimentos, foram agrupadas em dois índices: o Índice de Especificação Técnica (IET) e o Índice de Requerimento de Informação (IRI). O teste de Wilcoxon mostrou que as empresas têm maior dificuldade de adequação às especificações técnicas como exigências no processo de produção, testes de conformidade, segurança do alimento, características do produto e requisitos de meio ambiente. .

3. PESTANA, Maria H; Duarte, I.. 2011. "A Gestão de Sistemas Humanos: Contributo da Formação para os Processos de Sustentabilidade", Revista Eletrónica Acreditação CBA RJ 1, 2: 95 - 112.
4. PESTANA, Maria H; Paúl, C.,. 2009. "Promoção da saúde e prevenção das perturbações mentais das pessoas idosas: Género e nível de escolaridade", Ciências da saúde de Macau 9, 3: 1 - 9.
5. PESTANA, Maria H. 2007. "la salud mental de los ancianos de la Region Autónoma da Madeira", Gerokomos 18, 4: 117 - 126.
6. Pestana, Maria H. A. P. e. 2005. "Quem são os turistas seniores em Lisboa?", Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão 4, 1 : 68 - 77.
7. PESTANA, Maria H. A. P. e. 2005. "Vacation Motivation of Senior Tourists", Euro Asia Journal of Management, nº 29 15, 1: 17 - 34.

Artigos em revistas sem arbitragem científica
Papers in periodics without scientific refereeing
1. Faria, R. N; Burnquist, H. L; Pestana, M. H. 2011. "Dificuldade de adequação às medidas técnicas: a percepção das empresas exportadoras de alimentos", Revista de Economia e Sociologia Rural – RESR da Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural (SOBER) 49, nº 3: 629 - 646.



Processo sem registo ou patente
Process without patent or official record
1. PESTANA, Maria H. A. P. e. Estresse no Trabalho em Empresas de Retalho,2009.
Tipo de processo ou técnica: Projeto;Natureza do processo ou técnica: .
Coordenadora da parte de análise de dados do projecto conjunto entre s CGTP e CCP .

Apresentação oral de trabalho
Oral work presentation
1. Silva, Eveline M. F. A. M. Modelação da Velocidade em Lombas Isoladas,2013 (Poster).
Modelação da Velocidade em Lombas Isoladas.

Curso de curta duração lecionado
Taught short course
1. PESTANA, Maria H. A. P. e. SPSS, 2009 (Especialização), promovido por SINASE.
Duração: 5 dias. Local: Instituto Politécnico de Leiria, Cidade: Leiria, Tipo de participação: Organizador.
Coordenadora.
2. PESTANA, Maria H. A. P. e. Análise de Dados, 2008 (Especialização), promovido por SINASE.
Duração: 2 dias. Local: SMAS Oeiras, Cidade: Oeiras, Tipo de participação: Organizador.
Coordenadora.
3. PESTANA, Maria H. A. P. e. Estatística Aplicada, 2008 (Especialização), promovido por Global Change.
Duração: 2 dias. Local: SMAS Oeiras , Cidade: Oeiras, Tipo de participação: Organizador.
Coordenadora.

Organização de evento
Event organization
1. PESTANA, Maria H; SERGA. A Economia e a sua Sustentabilidade como Factor de Inclusão Social,2012 (Encontro / Organização).
A economia social, constituída por cooperativas, sociedades mútuas, associações e fundações, representa 10% do conjunto das empresas europeias, ou seja, 2 milhões de empresas, ou 6% do total do emprego. Segundo o Parlamento Europeu, a economia social "dispõe de um elevado potencial para gerar e manter empregos estáveis devido, principalmente, à natureza não deslocalizável das suas actividades". A economia social também designada como 3° sector, desempenha um papel importante na erradicação da pobreza e exclusão social, através das suas várias intervenções/respostas dadas, assumindo quer a função de entidade geradora de crescimento económico quer de entidade geradora de emprego. Reconhece-se, no entanto , que este sector não tem sido tratado com a prioridade que se impunha no âmbito das politicas, tanto a nível comunitário como a nível dos diferentes Estados Membros, dado o seu papel fulcral na área da luta contra a pobreza e exclusão social, e consequentemente na inserção de públicos desfavorecidos através de vários programas e medidas ,muitos dos quais se podem considerar inovadores. Porém, a Estratégia Europeia do Emprego, no quadro da Estratégia Europeia 2020, procura colmatar esta fraqueza na medida em que entre os seus objectivos se encontra a redução da pobreza e o crescimento do emprego qualquer deles quantificados por indicadores europeus – taxa de emprego de 75 % para a população de idade compreendida entre 20 e 64 anos e uma redução de, pelo menos, 20 milhões no número de pessoas em situação ou risco de pobreza e exclusão social - e que se deverão traduzir em indicadores nacionais. Portugal assumiu como objectivos nacionais uma taxa de emprego, para a população entre 20 e 64 anos, de 71% em 2014 e de 75% em 2020 enquanto para o nível de pobreza comprometeu-se com uma redução de 50 000 pessoas, em 2014 e de 200 000, em 2020. Neste contexto, o Fundo Social Europeu (FSE), no seu o período de programação de 2007-2013, .






Dados Complementares (Additional data)


Orientações
Orientations


Tese de Doutoramento
Phd Thesis
Concluídas
Completed
1. Rosane Nunes Faria, Aplicação de Tecnicas de Análise Multivariada para Avaliação dos Efeitos de Existências tecnicas nas Exportações Brasileiras para Avaliação dos Efeitos de Exigências Tecnicas nas Exportações Brasileiras de alimentos, 2009. (Co-orientador).
2. Isabel Fragoeiro, A saúde mental das pessoas idosas na RAM, 2009. Tese (Sem Informação) - Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar (Co-orientador).


Dissertação de Mestrado
Master degree dissertation
Concluídas
Completed
1. Eveline Maria de Filomena Azevedo Monteiro Silva, Identificação de maus leitores no final da escolaridade básica, 2004. Dissertação (Métodos Quantitativos) - Universidade Católica Portuguesa (Orientador).
Em curso
Ongoing
1. Maria Helena da Conceição Filipe Santos, A eficácia dos apoios educativos no primeiro ciclo do ensino básico, 2004. Dissertação (Métodos Quantitativos) - Universidade Católica Portuguesa (Orientador).


Outros Trabalhos
Other production
1. Sobral, M.; Pestana, M. H; Paúl, C.,. The Impact of Cognitive Reserve in neuropsychological and functional abilities of patients with Alzheimer's disease. A Cross-sectional study, 2013.
2. Pestana, M. H; Parreira, A. M; Parreira, C. M; Gageiro, J. M; Silva, J. C. Hábitos de Estudo e Estilos de Aprendizagem no Ensino Público e Privado Universitário, 2013.
3. Sobral, M.; Pestana, M. H; Paúl, C.,. Cognitive Reserve and the course of Alzheimer's disease, 2013.
4. Pestana, M. H; Fialho, J.; Soares, C.; Chau, F.. A Economia Social e a sua Sustentabilidade como Factor de Inclusão Social (ESSIS), 2012.
5. Silva, J. P; Seco, A.; Silva, A. B; Pestana, M. H; Vasconcelos, A.. Driver Behavior and Pollutant Emissions on Isolated Road Humps, 2011.
6. Silva, J. C; Seco, A.; Silva, A. B; Pestana, M. H; Vasconcelos, A.. Driver Behaviour and Pollutant Emission on Isolated Road Humps, 2011.
7. Fragoeiro, I.; Pestana, M. H; Paúl, C.,. Factores com Influência na Saúde Mental das Pessoas da Região Autónoma da Madeira, 2008.



Participação no júri de Graus Académicos
Academic Degrees jury participation


Doutoramento
Phd
1. PESTANA, Maria Helena de Aguiar Pereira e. Participação no júri de Isabel Fragoeiro. A Saúde mental das pessoas idosas na RAMadeira , 2009.
Participação mo juri como Co-orientadora da tese de doutoramento .


Participação em eventos
Event participation
Participação como Relator
Participation as Commentator
1. Hábitos de Estudo e Estilos de Aprendizagem doa alunos universitários, 2007 (Congresso).
Nome do evento: XIV Jorandas de Classificação e Análise de Dados; Nome da Instituição: ISEP; Cidade do evento: Porto / Porto.
2. As Motivações de férias dos turistas seniores, 2005 (Congresso).
Nome do evento: XII Jornadas de Classificação e Análise de daos (JOCLAD2005); Nome da Instituição: Universidade dos Açores; Cidade do evento: Açores / Açores.
3. Método dos Grupos Extremos Revisto, 2004 (Congresso).
Nome do evento: XII Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Estatística; Nome da Instituição: Congresso de Estatística - sessão de Posters III, pg 138; Cidade do evento: Évora / Évora.
4. Envelhecimento demográfico e turismo, 2004 (Congresso).
Nome do evento: II Congresso Português de Demografia , pg 32-33 do livro de resumos; Nome da Instituição: Fundação Calouste Gulbenkiean; Cidade do evento: Lisboa / Lisboa.

Outro tipo de participação
Other kind of participation
1. Factores com influência na saúde mental das pessoas idosas da Região Autónoma da Madeira, 2007 (Congresso).
Nome do evento: IV Congresso da Associação Portuguesa de Pscicogerontologia; Nome da Instituição: Associação Portuguesa de Pscicogerontologia; Cidade do evento: Lisboa / Lisboa.








Indicadores de produção (Production indicators)

Total
Produção científica
Scientific production
23

Livros e capítulos
Books and book chapters
15
Livros publicados ou organizados
Published or organized books
12
Capítulos de livros publicados
Published book chapters
3
Artigos científicos em revistas
Papers in periodics
8
Com arbitragem científica
With scientific refereeing
7
Sem arbitragem científica
Without scientific refereeing
1

Total
Produção técnica
Technical production
6

Processos ou técnicas
Processes or techiniques
1
Processos ou técnicas sem registo ou patente
Processes or techiniques without patent or official record
1
Outros tipos de produção técnica
Other technical production
5

Total
Dados complementares
(Additional data)
17

Orientações
Orientations
4
Outros Trabalhos
Other production
7
Participação no Júri de Graus Académicos
Academic Degrees jury participation
1
Participação em Eventos
Event participation
5


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